Um protocolo de votação com privacidade incondicional

dc.creatorGabriel Gomes Gaspar
dc.date.accessioned2023-08-10T18:43:17Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:59:51Z
dc.date.available2023-08-10T18:43:17Z
dc.date.issued2021-09-08
dc.description.abstractThe development of cryptographic electoral protocols gained further traction in the first decades of the twenty-first century, largely due to various advances in science and technology and also motivated by the renewed demands of the various democracies in the context of growing informatization. Central to these protocols is the concept of software independence, which states that an electoral system must produce an evidence trail that allows for integrity checks on the election’s results independently from election-specific electronic machinery, all the while preserving voters’ privacy. In such cryptographic systems, however, it seems inevitable that a compromise needs to be made between unconditional integrity of the results and unconditional privacy of the votes, unconditional integrity being the common choice in many of the most prominent protocols. In this sense, this work proposes an electoral protocol that likewise respects the principle of software independence, but that contrasts to many other proposals in its choice of unconditional privacy of the votes under the belief that voters need to be assured eternal secrecy regarding their electoral choices. Furthermore, the protocol proposed enables end-to-end verifiability (E2E-V) of individual votes via a printed receipt issued to each voter, besides providing universal audit features by means of a simple mathematical equation that must hold for a correctly executed election. This work also presents an implementation of the protocol that allows for illustration of its workings and analysis of some of its core aspects.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/57705
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-sa/3.0/pt/
dc.subjectComputação – Teses
dc.subjectCriptografia – Teses
dc.subjectVotação – Medidas de segurança – Teses
dc.subjectVoto eletrônico – Teses
dc.subject.otherCriptografia
dc.subject.otherSistemas eleitorais eletrônicos
dc.subject.otherVotação
dc.titleUm protocolo de votação com privacidade incondicional
dc.title.alternativeA voting protocol with unconditional privacy
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Jeroen Antonius Maria van de Graaf
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0069989873499216
local.contributor.referee1Diego de Freitas Aranha
local.contributor.referee1Mario Sérgio Ferreira Alvim Júnior
local.contributor.referee1Alejandro Hevia
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3494886295885586
local.description.resumoO desenvolvimento de protocolos eleitorais criptográficos ganhou especial tração nas primeiras décadas do século XXI, impulsionado principalmente pelos diversos avanços tecnológicos e científicos junto às novas demandas democráticas frente o contexto contemporâneo de crescente informatização. Central a tais protocolos encontra-se o conceito de independência de software, o qual especifica que um sistema eleitoral eletrônico deve produzir uma trilha de evidências que seja capaz de atestar a correção dos resultados eleitorais e que possa ser verificada de forma independente de maquinário eletrônico específico, sem contudo violar o sigilo individual dos eleitores. Em tais sistemas criptográficos, no entanto, faz-se necessário um compromisso com a integridade incondicional dos resultados ou o sigilo incondicional do voto dos eleitores, sendo comum nos protocolos mais proeminentes prezar pela incondicionalidade da integridade. Nesse sentido, o presente trabalho descreve uma proposta de protocolo eleitoral que também respeita o princípio da independência de software, mas que, em contraste, preza pela incondicionalidade do sigilo individual dos votos, sob o credo de que este deve apresentar capacidades de manutenção eterna. Ademais, o protocolo proposto viabiliza verificação de ponta-a-ponta (E2E-V) dos votos por meio de um recibo impresso fornecido ao eleitor, além de prover uma metodologia de auditoria universal por meio de uma equação matemática simples que deve ser verificada como verdadeira para toda eleição íntegra, de tal forma permitindo a qualquer observador do processo, ante premissas criptográficas bem estabelecidas, atestar a integridade dos resultados eleitorais produzidos. O trabalho apresenta ainda uma instanciação do protocolo na forma de uma implementação, viabilizando ilustração e análise de alguns de seus aspectos mais centrais.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICX - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência da Computação

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