Viés e lacunas de coleta na biota do Oceano Atlântico Ocidental

dc.creatorMicaele Niobe Martins Cardoso
dc.date.accessioned2021-11-22T11:07:24Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:22:12Z
dc.date.available2021-11-22T11:07:24Z
dc.date.issued2021-05-31
dc.description.abstractThe Atlantic Ocean biota has sampling gaps that are a consequence of the collection bias. Understanding which factors contribute to the collection bias is important for estimating biodiversity indicators. The present study analyzed the possible causes of the collection bias in the Western Atlantic Ocean biota. Thirteen taxonomic groups were selected on the GBIF and OBIS platforms. We downloaded the records from 46 territories. We performed autocorrelation analysis to check for collection bias. Subsequently, we analysed the correlation between the sampling effort of the records and two groups of variables to verify what could cause the bias. One of the groups of variables is a factor that guarantees greater accessibility to collections. Another group of variables was related to the habitats of the taxa, which we called environmental preference. We performed a correlation analysis of the sampling effort with the species richness and endemism. All taxonomic groups showed collection bias, the majority of collections concentrated near the coast of North America and the Caribbean. The correlation of the sampling effort with variables of accessibility and environmental preference was related to a fraction of the records. The sample effort result is more related to species richness than the observed endemism. Thus, sampling bias influences patterns in marine invertebrate richness, but not endemism, in the western Atlantic Ocean.
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/38691
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectZoologia
dc.subjectAmbiente marinho
dc.subjectBiodiversidade
dc.subjectViés de seleção
dc.subject.otherBiodiversidade marinha
dc.subject.otherEsforço amostral
dc.subject.otherRiqueza de espécies
dc.subject.otherEndemismo
dc.titleViés e lacunas de coleta na biota do Oceano Atlântico Ocidental
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Fernanda Correia Azevedo
local.contributor.advisor1Ubirajara Oliveira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/3671315229730205
local.contributor.referee1Lucília Souza Miranda
local.contributor.referee1Hudson Tercio Pinheiro
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/0061356688719576
local.description.embargo2022-05-31
local.description.resumoA biota do oceano Atlântico possui lacunas de amostragem que são uma consequência do viés de coleta. Compreender quais fatores contribuem para o viés amostral é importante para estimar os indicadores da biodiversidade. O presente estudo analisou as possíveis causas do viés de coleta na biota do Oceano Atlântico Ocidental. Foram selecionados treze grupos taxonômicos nas plataformas GBIF e OBIS. Nós fizemos os downloads dos registros de 46 territórios. Realizamos análises de autocorrelação para verificar se havia viés de coleta. Posteriormente, fizemos uma análise de correlação do esforço amostral dos registros com dois grupos de variáveis para verificar o que poderia causar o viés. Um dos grupos de variáveis são de acessibilidade às coletas. Outro grupo de variáveis foi relacionado aos hábitats dos táxons, que denominamos de preferência ambiental. Realizamos uma análise de correlação do esforço amostral com a riqueza de espécies e endemismo. Todos os grupos taxonômicos apresentaram viés de coleta, concentrando a maioria das coletas próximas a costa da América do Norte e no Caribe. A correlação do esforço amostral com as variáveis de acessibilidade e preferência ambiental se relacionou com pequena parte dos registros. O esforço amostral é mais relacionado ao padrão de riqueza do que ao endemismo observado. Assim, os padrões de riqueza observados nos grupos estudados devem ser menos realistas do que o endemismo observado no Oceano Atlântico ocidental.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - DEPARTAMENTO DE ZOOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Zoologia

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