Processamento de aparelhos endoscópicos gastrointestinais na perspectiva dos profissionais que o executa

dc.creatorMaria Letícia de Miranda Mati
dc.date.accessioned2025-11-28T14:55:24Z
dc.date.issued2025-06-18
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/989
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.rightsAcesso aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subjectFatores de Tempo
dc.subjectInquéritos e Questionários
dc.subjectDesinfecção
dc.subjectPessoal de Saúde
dc.subjectEndoscópios
dc.subjectDetergentes
dc.subjectEndoscopia Gastrointestinal
dc.subjectReprodutibilidade dos Testes
dc.subjectUniversidades
dc.subjectGlutaral
dc.subjectJornada de Trabalho
dc.subjectCompetência Clínica
dc.subjectEnfermeiras e Enfermeiros
dc.subject.otherGastroscópios
dc.subject.othersegurança do paciente
dc.subject.otherrecursos humanos de enfermagem
dc.subject.otherdesinfecção
dc.subject.otherendoscópios
dc.titleProcessamento de aparelhos endoscópicos gastrointestinais na perspectiva dos profissionais que o executa
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Adriana Cristina de Oliveira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4326208104063874
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/6635373678745460
local.description.resumoRESUMO A endoscopia gastrointestinal utiliza um endoscópio flexível, de estrutura complexa, que é difícil de limpar e fácil de danificar. O seu processamento configura um desafio para os profissionais, seja pelas numerosas etapas bem como pela alta carga microbiana presente após o exame (105 a 108). Nesse contexto, esse estudo objetivou avaliar as práticas de processamento dos aparelhos endoscópicos conforme a perspectiva do profissional que as executa, em suas múltiplas etapas. Tratou-se de um estudo transversal, aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de Minas Gerais (Parecer: 5.442.085), desenvolvido com profissionais de enfermagem atuantes em serviços de endoscopia gastrointestinal brasileiros. Os profissionais responderam um formulário da pesquisa estruturado elaborado no Google Forms. Os dados foram analisados por meio de estatística descritiva, teste Shapiro Wilk, Mann-Whitney e teste exato de Fisher a um nível de significância de 5%. Participaram 207 profissionais de enfermagem com predomínio de mulheres (91,8%); média de idade 40,9 anos; predomínio da região Sudeste (56%), e atuantes em hospitais (69,1%). Dos participantes 73,9% receberam treinamento antes de iniciar no processamento dos endoscópios e 67,6% de forma periódica; 68,6% não atuam exclusivamente com o processamento dos equipamentos durante a jornada de trabalho. Em 95,1% dos serviços há o Procedimento Operacional Padrão; em 94,7% o processamento ocorre em local exclusivo; e em 49,3% de maneira manual. Os produtos de limpeza e desinfecção predominantes foram detergente enzimático (87,9%) e glutaraldeído (27,7%) respectivamente. A escova descartável, porém, reutilizada foi a mais utilizada (30,9%) e testes de validação de limpeza acontecem em 57,5% dos serviços. A instilação de álcool nos canais foi referida por 36,5% dos participantes como a etapa menos executadas e sem importância por 11,7%. Uso de Equipamento de Proteção Individual completo (28%) e o armazenamento do endoscópio em área limpa e ventilada (19,3%) foram as mais citadas como desempenhadas ocasionalmente. Utilização de luvas em todas o manuseio do aparelho, limpeza da superfície externa do equipamento e das partes removíveis e acessórios foram as únicas avaliadas por 100% dos respondentes como importante. Todas as etapas, com exceção da que diz respeito a utilização de armários de madeira, foram qualificadas como sem dificuldade por mais de 71,5% dos participantes. A realização do teste de vedação (10,6%), pressurização do aparelho com a pressão indicada (10,1%), manutenção da pressão dentro do equipamento (10,2%), descarte da solução de limpeza a cada uso (15,5%), processamento das escovas de limpeza a cada uso (12,6%), e verificação da concentração do desinfetante a cada uso (14,1%) foram classificadas como muito difíceis. Houve associação significativa entre várias etapas correlatas quando classificada em relação ao grau de execução e grau de importância. O mesmo ocorreu quando analisou-se a relação do grau de execução e dificuldade. A existência de treinamento influencia positivamente na execução e no grau de dificuldade das etapas percebidas pelos profissionais. Os resultados apresentam as fragilidades encontradas durante o processamento endoscópico bem como aspectos que merecem atenção. Faz-se necessário que gestores e profissionais repensarem o funcionamento dos serviços de endoscopia, a fim de garantir qualidade, segurança dos trabalhadores e das instituições.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Enfermagem
local.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE

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