Pandemia de COVID-19 e famílias: impactos da crise e da renda básica emergencial

dc.creatorDébora Freire Cardoso
dc.creatorEdson Paulo Domingues
dc.creatorAline Souza Magalhães
dc.creatorThiago Simonatto
dc.creatorDiego Miyajima
dc.date.accessioned2023-10-18T18:48:18Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:18:45Z
dc.date.available2023-10-18T18:48:18Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractEven before the negative economic impacts resulting from the spread of the Covid-19 pandemic, the Brazilian economy was already experiencing difficulties in the economic recovery process, with low growth and difficulties in reheating the economy. job market. At the end of 2019, the unemployment rate was 11.9%. With the arrival of the pandemic and the direct and indirect impacts that accompanied it (drop in demand, stoppage of production activities, reduction in investments, drop in world trade and reduced exports, instability in financial markets), gross domestic product (GDP) shrank by 4.1% and unemployment increased to 13.5% in 2020. An important issue to analyze and, in general, , little highlighted is that the drop in employment affects individuals or families in a heterogeneous way, given the inequality that marks the Brazilian labor market, the insertion of individuals in this market, the sectoral income profile and its distribution. With the pandemic of Covid-19, it has become essential to evaluate how these effects occur in order to establish coping actions by public authorities
dc.identifier.issn1518-4285
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/59629
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofPolíticas Sociais: acompanhamento e análise
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectCOVID-19
dc.subjectImpactos econômicos
dc.subject.otherCOVID-19
dc.subject.otherImpactos econômicos
dc.titlePandemia de COVID-19 e famílias: impactos da crise e da renda básica emergencial
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage559
local.citation.spage539
local.citation.volume28
local.description.resumoMesmo antes dos impactos econômicos negativos decorrentes do espraiamento da pandemia de Covid-19, a economia brasileira já apresentava dificuldades no processo de recuperação econômica, com baixo crescimento e dificuldades de reaquecer o mercado de trabalho. No fim de 2019, a taxa de desemprego era de 11,9%. Com a chegada da pandemia e os impactos diretos e indiretos que a acompanharam (queda da demanda, paralisação de atividades produtivas, redução de investimentos, queda no comércio mundial e redução de exportações, instabilidade nos mercados financeiros), o produto interno bruto (PIB) apresentou retração de 4,1% e o desemprego aumentou para 13,5% em 2020. Uma questão importante a se analisar e, em geral, pouco destacada é que a queda no emprego afeta indivíduos ou famílias de forma heterogênea, dada a desigualdade que marca o mercado de trabalho brasileiro, a inserção dos indivíduos nesse mercado, o perfil de rendimentos setoriais e sua distribuição. Com a pandemia de Covid-19, tornou-se imprescindível avaliar como se dão esses efeitos para o estabelecimento de ações de enfrentamento por parte do poder público
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://https://www.ipea.gov.br/portal/images/stories/PDFs/politicas_sociais/210826_boletim_bps_28_nps2.pdf559

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