A segregação socioespacial em Belo Horizonte: uma análise crítica das dinâmicas econômicas, sociais e residenciais através da modelagem de equações estruturais

dc.creatorMariana Fagundes Zárate
dc.date.accessioned2026-03-05T11:58:09Z
dc.date.issued2025-10-31
dc.description.abstractThis study examines socio-spatial segregation in Belo Horizonte, emphasizing the ways in which urban planning contributes to the persistence of social inequalities in the city. Drawing on critical theory, the research advances the hypothesis that urban planning has historically favored local elites, shaping urban space to serve specific interests and thereby producing segregation across economic, social, and residential dimensions. Critical theory, rooted in the Frankfurt School, offers a framework for interpreting the city as a site where structural inequalities are both generated and reinforced, particularly through the actions of agents holding economic and political power. Within this theoretical perspective, the study employs Structural Equation Modeling (SEM) as a key methodological approach to investigate the interrelations among different forms of segregation. Using census-tract data from the 2010 IBGE Census, SEM, grounded in the principles of critical theory, tests and confirms the study’s central hypotheses by linking variables in ways that uncover a cycle of exclusion, restricting social mobility and deepening disparities in access to urban resources. The findings demonstrate that urban planning in Belo Horizonte intensifies segregation by privileging elites and reinforcing economic, social, and residential barriers. These results provide both theoretical and empirical evidence to inform public policies aimed at building a more equitable and inclusive city. Urban strategies guided by principles of equity are essential to disrupt historical processes of segregation and to ensure more balanced access to urban resources and opportunities, fostering a fairer and less exclusionary urban environment.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/1965
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subjectSegregação urbana - Teses
dc.subjectDisparidades regionais - Belo Horizonte (MG) - Teses
dc.subjectPlanejamento urbano - Aspectos sociais - Teses
dc.subject.otherTeoria crítica
dc.subject.otherSegregação socioespacial
dc.subject.otherModelagem de equações estruturais
dc.subject.otherBelo Horizonte
dc.subject.otherCidades
dc.titleA segregação socioespacial em Belo Horizonte: uma análise crítica das dinâmicas econômicas, sociais e residenciais através da modelagem de equações estruturais
dc.title.alternativeSociospatial segregation in Belo Horizonte: a critical analysis of economic, social, and residential dynamics through structural equation modeling
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Ricardo Alexandrino Garcia
local.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0001-7144-9866
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/8353755524805376
local.contributor.referee1Ricardo Alexandrino Garcia
local.contributor.referee1Luis Flávio Sapori
local.contributor.referee1Camila Palhares Teixeira
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7560579710331446
local.description.resumoEste trabalho analisa a segregação socioespacial em Belo Horizonte, destacando como o planejamento urbano contribui para a perpetuação das desigualdades sociais na cidade. Fundamentada na teoria crítica, a pesquisa parte da hipótese de que o planejamento urbano historicamente beneficiou elites locais, moldando o espaço urbano para atender a interesses específicos e gerando segregação nas dimensões econômica, social e residencial. A teoria crítica, com raízes na Escola de Frankfurt oferece uma estrutura para compreender a cidade como um espaço onde as desigualdades estruturais são produzidas e reforçadas, particularmente por agentes com poder econômico e político. Com base nesse referencial, o estudo adota a Modelagem de Equações Estruturais (MEE) como uma ferramenta essencial para explorar as inter-relações entre as segregações. Utilizando dados dos setores censitários do Censo de 2010 do IBGE, a MEE, fundamentada nos princípios da teoria crítica, permite testar e confirmar as hipóteses centrais do estudo, ligando as variáveis de forma a revelar um ciclo de exclusão que restringe a mobilidade social e aprofunda disparidades de acesso aos recursos urbanos. A análise evidencia que o planejamento urbano de Belo Horizonte intensifica a segregação ao favorecer elites e reforçar barreiras econômicas, sociais e residenciais. Os resultados oferecem subsídios tanto teóricos quanto empíricos para o desenvolvimento de políticas públicas que promovam uma cidade mais justa e inclusiva. Estratégias urbanas orientadas pela equidade são essenciais para romper com os processos históricos de segregação e garantir um acesso mais equilibrado aos recursos e oportunidades da cidade, favorecendo um ambiente urbano menos excludente e mais justo.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentIGC - DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Análise e Modelagem de Sistemas Ambientais
local.subject.cnpqCIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DEMOGRAFIA::DISTRIBUICAO ESPACIAL

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