Os usos sociais da escrita no cotidiano de camadas populares
| dc.creator | Marildes Marinho Miranda | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-14T06:35:45Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:22:37Z | |
| dc.date.available | 2019-08-14T06:35:45Z | |
| dc.date.issued | 1991-09-12 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/FAEC-86PP6C | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Escrita Aspectos sociais | |
| dc.subject | Educação | |
| dc.subject.other | Signifacados da escrita | |
| dc.title | Os usos sociais da escrita no cotidiano de camadas populares | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor-co1 | Tania Dauster Magalhaes e Silva | |
| local.contributor.advisor1 | Magdah Becker Soares | |
| local.contributor.referee1 | Maria das Gracas de Castro Sena | |
| local.contributor.referee1 | Lea Pinheiro Paixao | |
| local.description.resumo | Esta dissertação tem como proposta básica uma análise dos significados da escrita para segmentos sociais economicamente desfavorecidos.Uma abordagem de caráter etnográfico, numa vila-zona periférica de Belo Horizonte-permitiu situar a escrita no contexto dos valores, das normas, da produção simbólica dos moradores dessa vila.Uma constatação relevante foi a de que a escrita participa do conjunto de valores desses sujeitos, ao lado de outros, a exemplo da religiosidade, do trabalho, da comunicabilidade, da família.Dadas as suas especificidades, ler e escrever constituem atividades mediadoras na construção de um projeto de pessoa que esses indivíduos se propõem alcançar,ou seja, a escrita permeia espaços e teorias de aprendizagem e de vivência das relações interpessoais. ALém de ultrapassarem as funções informativa e comunicativa, as peculiaridades dos usos da escrita, nesse universo social, permitem refazer algumas representações construídas por um senso comum de um discurso acadêmico, entre elas a da predominância de um uso estritamente pragmático da escrita e do seu papel enquanto mecanismo de ascensão social para as classes trabalhadoras. Outra vertente representativa desses moradores aponta para as classificações criadas a partir do letramento. Nesse limite, foi possível ampliar uma polissemia dos termos "oficiais" analfabeto, semi-analfabeto, alfabetizado, estudado.Enfim, a quantidade de materiais escritos circulam nessa Vila, somada às variadas funções e usos que deles se fazem, permitem afirmar que as representações sobre o letramento, por parte desses sujeitos, apresentam especificidades e lógica própria, quando comparadas às representações de um discurso dominante. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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