Coronavirus Disease-2019 Conundrum: RAS blockade and geriatric-associated neuropsychiatric disorders
| dc.creator | Aline Silva de Miranda | |
| dc.creator | Antônio Lúcio Teixeira | |
| dc.date.accessioned | 2026-05-15T19:13:03Z | |
| dc.date.issued | 2020 | |
| dc.description.abstract | Coronavirus Disease 2019 (COVID-19) is caused by the novel severe acute respiratory syndrome coronavirus 2 (SARS-CoV-2), which primarily targets the human respiratory system and may lead to severe pneumonia and ultimately death. Mortality rate is particurlarly high among people beyond the sixth decade of life with cardiovascular and metabolic diseases. The discovery that the SARS-CoV-2 uses the renin-angiotensin system (RAS) component ACE2 as a receptor to invade host epithelial cells and cause organs damage resulted in a debate regarding the role of ACE inhibitors (ACEIs) and angiotensin receptor blockers (ARBs) therapies during COVID-19 pandemic. Some authors proposed the discontinuation of ACEIs and ARBs for cardiovascular, kidney, and metabolic diseases, while expert opinions have discouraged that due to limited empirical evidence of their negative effect on COVID-19 outcomes, and that withdrawing treatment may contribute to clinical decompensation in high-risk patients. Moreover, as cardiovascular and metabolic diseases are associated with neurodegenerative and psychiatric disorders, especially among older adults, a critical appraisal of the potential positive effects of ACEIs and ARBs is highly needed. Herein, we aim to discuss the conundrum of ACEIs and ARBs use in high-risk patients for COVID-19, and their potential protective role on the development and/or progression of geriatric neuropsychiatric disorders. | |
| dc.identifier.doi | http://dx.doi.org/10.3389/fmed.2020.00515 | |
| dc.identifier.issn | 2296-858X | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/2784 | |
| dc.language | eng | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Frontiers in Medicine | |
| dc.rights | Acesso aberto | |
| dc.subject | Coronavirus | |
| dc.subject | COVID-19 | |
| dc.subject | SARS-CoV-2 | |
| dc.subject | Inibidores da enzima conversora de angiotensina | |
| dc.subject | Antagonistas de receptores de angiotensina | |
| dc.subject | Doenças cardiovasculares | |
| dc.subject | Doenças metabólicas | |
| dc.subject | Doenças neurodegenerativas | |
| dc.subject | Transtornos mentais | |
| dc.subject | Idoso | |
| dc.subject.other | COVID-19 | |
| dc.subject.other | SARS-CoV-2 | |
| dc.subject.other | RAS | |
| dc.subject.other | ACE2 | |
| dc.subject.other | ACEIs | |
| dc.subject.other | ARBs | |
| dc.subject.other | Geriatrics | |
| dc.subject.other | Neuropsychiatric disorders | |
| dc.title | Coronavirus Disease-2019 Conundrum: RAS blockade and geriatric-associated neuropsychiatric disorders | |
| dc.title.alternative | Enigma da Doença do Coronavírus-2019: bloqueio do SRA e transtornos neuropsiquiátricos associados à terceira Idade | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.epage | 9 | |
| local.citation.spage | 1 | |
| local.citation.volume | 7 | |
| local.description.resumo | A doença por coronavírus 2019 (COVID-19) é causada pelo novo coronavírus da síndrome respiratória aguda grave 2 (SARS-CoV-2), que atinge principalmente o sistema respiratório humano e pode levar a pneumonia grave e, em última instância, à morte. A taxa de mortalidade é particularmente alta entre pessoas com mais de 60 anos de idade com doenças cardiovasculares e metabólicas. A descoberta de que o SARS-CoV-2 utiliza o componente ACE2 do sistema renina-angiotensina (SRA) como receptor para invadir as células epiteliais do hospedeiro e causar danos aos órgãos resultou em um debate sobre o papel dos inibidores da ECA (IECA) e dos bloqueadores dos receptores da angiotensina (BRA) durante a pandemia de COVID-19. Alguns autores propuseram a suspensão dos IECA e BRA para doenças cardiovasculares, renais e metabólicas, enquanto especialistas desaconselharam essa prática devido à limitada evidência empírica de seu efeito negativo nos desfechos da COVID-19 e ao fato de que a suspensão do tratamento pode contribuir para a descompensação clínica em pacientes de alto risco. Além disso, como as doenças cardiovasculares e metabólicas estão associadas a distúrbios neurodegenerativos e psiquiátricos, especialmente entre idosos, uma avaliação crítica dos potenciais efeitos positivos dos IECA e BRA é extremamente necessária. Neste artigo, discutimos o dilema do uso de IECA e BRA em pacientes de alto risco para COVID-19 e seu potencial papel protetor no desenvolvimento e/ou progressão de transtornos neuropsiquiátricos geriátricos. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | ICB - DEPARTAMENTO DE MORFOLOGIA | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.subject.cnpq | CIENCIAS DA SAUDE::MEDICINA::CLINICA MEDICA | |
| local.url.externa | https://www.frontiersin.org/journals/medicine/articles/10.3389/fmed.2020.00515/full |
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