Parque das ocupações: convivência e preservação mútua entre a ocupação urbana e a área ambiental de preservação permanente

dc.creatorMarcela Silviano Brandão Lopes
dc.creatorLuciana Souza Bragança
dc.date.accessioned2022-07-20T21:37:10Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:12:29Z
dc.date.available2022-07-20T21:37:10Z
dc.date.issued2016
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.isbn9789569275531
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43491
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso de Escolas e Faculdades Públicas de Arquitetura da América do Sul
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectOcupações
dc.subjectAssentamentos humanos
dc.subjectSustentabilidade
dc.subject.otherNatureza urbana
dc.subject.otherOcupações
dc.subject.otherProjeto territorial
dc.subject.otherHabitat sustentável
dc.subject.otherLutas urbanas
dc.titleParque das ocupações: convivência e preservação mútua entre a ocupação urbana e a área ambiental de preservação permanente
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage685
local.citation.issue20
local.citation.spage672
local.description.resumoEsse artigo tem como objetivo apresentar e discutir a ação de extensão e pesquisa desenvolvida no Parque das Ocupações do Barreiro em Belo Horizonte MG, Brasil, proposto na interseção entre uma área de proteção Ambiental e a ocupação habitacional como forma de promover a convivência e a interação entre ambos. Valendo-se da premissa de que seria possível uma convivência harmoniosa entre ocupação e área verde e que a existência da área de proteção ambiental seria importante para a qualidade do espaço das habitações foi proposto o Parque. A despeito do senso comum e do discurso de mercado, que os coloca em lados opostos e antagônicos, o Grupo Indisciplinar propôs exatamente reunir essas duas lutas por uma cidade mais justa e sustentável dentro da proposta do projeto. A necessidade de trabalhar essa questão torna-se ainda mais pertinente se entendemos as dinâmicas do capital imobiliário e neoliberalismo, que resultam nas cidades onde o seu avanço provoca a perda de espaços para morar da população pobre nos centros urbanos, forçando a sua migração para regiões não especulativas, não ocupadas ou para onde o zoneamento urbano não permite ocupação legal. Dessa forma é que surge o conflito ocupação e área de proteção Ambiental. Porém a presença desse verde é extremamente necessária para boa qualidade de vida da população. O Parque das Ocupações é uma tentativa de mostrar a importância de ocupar sem deixar de lado a sustentabilidade e mostrar como é possível a coexistência de habitações e áreas verdes, independente de poder aquisitivo e como essas questões podem ser complementares e ser reforçarem mutuamente.
local.publisher.countryChile
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://app.box.com/s/mr1kya4rzjtna1b4chk6s20jnvwt4zvv

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