(Re)visitando a Amazônia : Serra dos Carajás e Monte Alegre, estado do Pará : análise tecnológica das indústrias líticas dos sítios antigos da passagem pleistoceno-holoceno e do holoceno inicial

dc.creatorDéborah Lima Duarte-Talim
dc.date.accessioned2022-02-22T10:52:38Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:00:32Z
dc.date.available2022-02-22T10:52:38Z
dc.date.issued2019-08-19
dc.description.abstractThe model of Tropical Forest Culture, elaborated by J. Steward and applied on Amazon by B. Meggers, in the 1940s for the Amazon occupation, didn’t conceived hunter-gatherer groups living tin the environment of the Tropical Forest, since it wouldn’t be capable of sustaining the human groups in terms of protein disponibility. The first sites dated from the Pleistocene-Holocene and in de initial Holocene (12,500-8,000 B.P.) were registered by the end of the 1970s, in Mato Grosso and Rondônia state, and since the 1980s, two other Amazon’s regions of Pará state have ancients sites: Monte Alegre (Caverna da Pedra Pintada) e Serra dos Carajás (Gruta do Gavião and Gruta do Pequiá), which helped boke with this model and inserted the Amazon within the discussions about the settlement of Americas. Within this context, these earlier and contemporary sites of Clovis Culture of North America reinforce the arguments of the radical group that proposes a pre-12,000-year occupation of the Continent and the unsustainability of the Clovis First model. In this thesis, the lithic collections of these three sites are (re)visited, based on the precepts of the French School and Technological Analysis, advancing the understanding of the productive intentions of human groups, their choices regarding the management of raw materials, methods and techniques. The comparison between levels and sites allows revealing differences and similarities in the treatment of old lithic industries, related to those of other regions of Brazil and South America.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipOutra Agência
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/39559
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherAnálise tecnológica
dc.subject.otherAmazônia
dc.subject.otherTransição pleitoceno-holoceno e holoceno inicial
dc.subject.otherPovoamento da América
dc.title(Re)visitando a Amazônia : Serra dos Carajás e Monte Alegre, estado do Pará : análise tecnológica das indústrias líticas dos sítios antigos da passagem pleistoceno-holoceno e do holoceno inicial
dc.title.alternative(Re)visiting the Amazon : Serra dos Carajás and Monte Alegre, state of Pará : technological analysis of the lithic industries in the ancient sites of the pleistocene-holocene and early holocene
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Maria Jacqueline Rodet
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2775214416544459
local.contributor.referee1Klaus Peter K. Hilbert
local.contributor.referee1Fábio Soares de Oliveira
local.contributor.referee1Andrei Isnardis Horta
local.contributor.referee1Claide de Paula Moraes
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/1645006278528240
local.description.resumoO modelo de Cultura de Floresta Tropical, elaborado por J. Steward e aplicado na Amazônia por B. Meggers nos anos 1940 não concebia a existência de grupos caçadores-coletores no ambiente de Floresta Tropical, pois este não seria em termos proteicos capaz de sustentar os grupos humanos. Assim, não havia sentido procurar por ocupações antigas, de grupos pré-cerâmicos, caçadores-coletores. As primeiras ocorrências de sítios datados da transição Pleistoceno para o Holoceno e do Holoceno inicial (12.500-8.000 B.P.) foram registradas no final dos anos 1970, nos estados de Mato Grosso e Rôndônia, e, a partir do anos 1980, são conhecidos sítios antigos em duas outras duas regiões da Amazônia no estado do Pará: Monte Alegre (Caverna da Pedra Pintada) e Serra de Carajás (Gruta do Gavião e Gruta do Pequiá), o que levou ao rompimento deste modelo e a inserção da Amazônia dentro das discussões sobre o povoamento das Américas. Dentro deste contexto, esses sítios, anteriores e contemporâneos à Cultura Clóvis da América do Norte, reforçam os argumentos do grupo de radicais que propõe uma ocupação pré-12.000 anos do Continente e a insustentabilidade do modelo Clovis First. Nesta tese, as coleções líticas desses três sítios são (re)visitadas, a partir dos preceitos da Escola Francesa e da Análise Tecnológica, avançando o entendimento sobre as intenções produtivas dos grupos humanos, suas escolhas relativas à gestão das matérias-primas, dos métodos e das técnicas. A comparação inter níveis e inter sítios das ocupações permite revelar diferenças e semelhanças no tratamento das indústrias líticas antigas, relacionadas àquelas de outras regiões do Brasil e da América do Sul.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5470-3364
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Antropologia

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