Saúde no banco dos réus: as vivências de assessores jurídicos
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
O presente artigo objetivou investigar as relações de trabalho à luz das vivências de assessores jurídicos da Procuradoria Geral da República (PGR), com foco no comprometimento da saúde mental desses trabalhadores. Foi realizado estudo exploratório de abordagem qualitativa conduzido com cinco servidores da PGR. O corpus da pesquisa utilizou-se da Análise dos Núcleos de Sentido (ANS). Como resultados, foi possível identificar cinco categorias, são elas: "o que é a centralidade do gabinete"; "cumprir metas é
normal"; "sofre com as violações que são muito veladas por aqui"; "eu faço cara de paisagem" e "se fosse outra pessoa ela ate diria eu odeio isso. Mas, eu gosto". Essas categorias foram elencadas em quadros explicativos, que sintetizam suas definições, temas
constituintes e verbalizações dos participantes. Conclui-se, que o expediente do trabalho, associado às rotinas das tarefas e os poucos espaços de discussão dos conflitos comprometem a saúde dos profissionais e tornam o ambiente hostil, requerendo o repensar das atividades e das relações sociais que permeiam o espaço do trabalho. Para estudos futuros sugerimos a realização de pesquisas que envolvam profissionais com maior tempo de serviço, bem como com superiores hierárquicos dos assessores jurídicos de forma a enxergar o fenômeno sob diferentes ângulos.
Abstract
Assunto
Relações trabalhistas, Trabalhadores - Saúde mental, Serviço público
Palavras-chave
Citação
Departamento
Curso
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http://www.anpad.org.br/eventos.php?cod_evento=1&cod_evento_edicao=93&cod_edicao_subsecao=1570&cod_edicao_trabalho=25272