Consenso brasileiro de fragilidade em idosos: conceitos, epidemiologia e instrumentos de avaliação

dc.creatorRoberto Alves Lourenço
dc.creatorVirgílio Garcia Moreira
dc.creatorRenato Gorga Bandeira de Mello
dc.creatorItamar de Souza Santos
dc.creatorSumika Mori Lin
dc.creatorAna Lúcia Fiebrantz Pinto
dc.creatorLygia Paccini Lustosa
dc.creatorYeda Aparecida de Oliveira Duarte
dc.creatorJuliana Alcântara Ribeiro
dc.creatorClarice Câmara Correia
dc.creatorHenrique Novaes Mansur
dc.creatorEuler Ribeiro
dc.creatorRoberta Rigo Dalla Corte
dc.creatorEduardo Ferriolli
dc.creatorCarlos André Uehara
dc.creatorAna Maeda
dc.creatorTamara Petroni
dc.creatorTerezinha Silva Lima
dc.creatorSergio Falcão Durão
dc.creatorIvan Aprahamiana
dc.creatorCarla Maria Avesani
dc.date.accessioned2022-11-10T15:03:52Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:19:20Z
dc.date.available2022-11-10T15:03:52Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractThe aim of the present study was to describe the conceptual and operational definitions of the frailty syndrome recommended by the Brazilian Consensus on Frailty in Older People. In 2015, a task force consisting of Brazilian specialists on human aging conducted a bibliographical review on frailty among older people in Brazil and established a consensus on the main findings through periodic meetings. A total of 72 articles were included in the analysis, comprising one systematic review, two conceptual discussions, two methodological descriptions, four longitudinal studies focusing on mortality and worsening of the frailty profile, eight cross-cultural adaptation studies, and 55 cross-sectional or prevalence studies. Forty-five studies (62.5%) used the Cardiovascular Health Study (CHS) frailty scale, of which seven (15.2%) used unadjusted cut-off points for their samples and 17 (36.9%) modified at least one of the five items of the instrument. The prevalence of frailty varied between 6.7 and 74.1%. When the CHS frailty scale was used, the wide range of prevalence — from 8 to 49.3% — depended on the cut-off points used to classify changes in gait speed and handgrip strength, as well as the research setting. The studies were based on four major conceptual models of frailty. Frailty in older people represents a state of physiological vulnerability and should not be confused with disabilities or multi-morbidities. In the Brazilian population, the prevalence of frailty has not yet been adequately estimated, and the cut-off points of the items of the frailty scales should be adapted to the parameters of this population.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.5327/Z2447-211520181800023
dc.identifier.issn2447-2123
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/47126
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofGeriatrics, Gerontology and Aging
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEnvelhecimento
dc.subjectIdosos
dc.subjectSaúde do idoso
dc.subjectVulnerabilidade em saúde
dc.subjectIdoso fragilizado
dc.subjectFragilidade
dc.subject.otherEnvelhecimento
dc.subject.otherIdoso
dc.subject.otherSaúde do idoso
dc.subject.otherVulnerabilidade
dc.subject.otherFragilidade
dc.subject.otherIdoso fragilizado
dc.titleConsenso brasileiro de fragilidade em idosos: conceitos, epidemiologia e instrumentos de avaliação
dc.title.alternativeBrazilian consensus on frailty in older people: concepts, epidemiology and evaluation instruments
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage135
local.citation.issue2
local.citation.spage121
local.citation.volume12
local.description.resumoO objetivo do presente trabalho foi descrever as definições conceitual e operacional da síndrome de fragilidade recomendadas pelo Consenso Brasileiro de Fragilidade em Idosos. Em 2015, uma força-tarefa composta de especialistas brasileiros em envelhecimento humano conduziu uma revisão bibliográfica sobre fragilidade em idosos no Brasil e estabeleceu um consenso acerca dos principais achados por meio de reuniões periódicas. No total, 72 artigos foram incluídos para análise, entre os quais, uma revisão sistemática, duas discussões conceituais, duas descrições metodológicas, quatro estudos longitudinais focando mortalidade e piora do perfil de fragilidade, oito estudos de adaptação transcultural e 55 estudos transversais ou de prevalência. O Quarenta e cinco estudos (62,5%) utilizaram a escala de fragilidade do Cardiovascular Health Study (EFCHS), dos quais sete (15,2%) usaram pontos de corte não ajustados para a amostra e 17 (36,9%) modificaram pelo menos um dos cinco itens que compõem o instrumento. A prevalência de fragilidade variou entre 6,7 e 74,1%. Quando utilizada a EFCHS, a ampla variação de prevalência — de 8 a 49,3% — dependeu dos pontos de corte empregados para classificar as alterações na velocidade de marcha e na força de preensão palmar, bem como do cenário de investigação. Os estudos foram baseados em quatro grandes modelos conceituais de fragilidade. A fragilidade em idosos representa um estado de vulnerabilidade fisiológica e não deve ser confundida com incapacidades ou multimorbidades. Na população brasileira, a prevalência de fragilidade ainda não está adequadamente estimada, e os pontos de corte dos itens que compõem as escalas de fragilidade devem ser adaptados aos parâmetros dessa população.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0838-1285
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4932-1935
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4944-0085
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3212-8466
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0919-1320
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3933-2179
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0296-3666
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5028-2451
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3806-7895
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4458-8358
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEF - DEPARTAMENTO DE FISIOTERAPIA
local.publisher.initialsUFMG
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