Fundamentos da autoridade profissional: o caso dos executivos frente ao paradigma clássico das profissões

dc.creatorAdriana Venuto
dc.date.accessioned2019-08-11T13:39:07Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:18:46Z
dc.date.available2019-08-11T13:39:07Z
dc.date.issued2013-06-07
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-99FJZP
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSociologia
dc.subjectProfissões
dc.subjectMercado de trabalho
dc.subjectExecutivos
dc.subject.otherSociologia
dc.subject.otherProfissões
dc.subject.otherMercado de trabalho
dc.titleFundamentos da autoridade profissional: o caso dos executivos frente ao paradigma clássico das profissões
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Antonio Augusto Pereira Prates
local.contributor.referee1Maria Ligia de Oliveira Barbosa
local.contributor.referee1Luciano Antonio Prates Junqueira
local.contributor.referee1Reynaldo Maia Muniz
local.contributor.referee1Jorge Alexandre Barbosa Neves
local.description.resumoEsta tese toma como objeto de estudo o universo profissional dos executivos a fim de compreender os princípios que fundamentam sua autoridade profissional e analisar em que medida eles assumem a mesma natureza e função daqueles apontados pelo modelo clássico deprofissões. Nossa proposição central é de que o modelo clássico não consegue explicar situações em que a conquista de autoridade segue outros cursos que não foram previstos no modelo clássico. Os três argumentos centrais sustentam a este modelo. Primeiro, o fato dosexecutivos acionarem repertórios de saber não incluídos nos corpos de conhecimento formalizados diminui a importância do conhecimento teórico formal no exercício profissional e, por conseguinte, seu peso na construção da autoridade profissional. Segundo, a ausência de controle jurisdicional não desqualifica os executivos. Em oposição ao fechamento do mercado coloca-se o princípio da livre competição, que é defendido pelo grupo como a forma mais eficiente de escolher o profissional mais qualificado. Esse princípio ajuda a alimentar a idéiade que os executivos são indivíduos dotados de qualidades pessoais excepcionais que os habilitam para o exercício da profissão. Terceiro, ao se posicionarem como atores centrais na criação e transformação dos referenciais simbólicos do campo da gestão, os executivos são capazes não somente de controlarem sua base de conhecimento como de gerar dependência e elevar o potencial legitimador do seu sistema para além do campo da gestão.
local.publisher.initialsUFMG

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