As múltiplas apreensões da cidade - discursos e práticas que promovem desigualdades: em questão a relação entre parques e cidades

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Resumo

Buscamos identificar as possibilidades de ampliar a biodiversidade e sociodiversidade na metrópole de Belo Horizonte a partir de olhares e construções simbólico-materiais expressas nas operações, políticas e práticas existentes ou em projeção. Como os discursos de crise e escassez dos elementos da natureza têm composto discursos/práticas que envolvem uma perspectiva multiescalar e engendram novas ideologias e desigualdades? Quais perspectivas de um outro apreender e projetar das cidades tem se tornado viável e acessível a uma gama mais ampla de pessoas e lugares tendo em conta as proposições: cidade saudável, cidade inteligente, cidade sustentável, cidade resiliente? Assim, nos interessa aqui debater as operações de revitalização/renovação nos últimos anos, sejam decorrentes de eventos e/ou de remoção/higienização de porções das metrópoles brasileiras promovendo a apostasia de indesejáveis. Para Belo Horizonte, quais ideologias e novas desigualdades têm sido produzidas nesses discursos/práticas? A articulação e otimização de grupos de pronta resposta com uma gestão mais planejada e inteligente pode ser uma estratégia positiva de contraprojeto à ordem estabelecida e conduzir a isonomia?

Abstract

Assunto

Análise do discurso, Ideologia, Parques urbanos - Belo Horizonte (MG)

Palavras-chave

Análise do discurso, Ideologia, Parques urbanos

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