Cascatas de modernidade em um lago aparentemente imóvel: imagens de ciência e tecnologia, do futurismo ao presentismo

dc.creatorPhellipy Pereira Jácome
dc.creatorVerônica Soares da Costa
dc.date.accessioned2024-06-07T19:04:44Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:58:54Z
dc.date.available2024-06-07T19:04:44Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractIn this article, images of science and technology are privileged places to observe different articulations between past-present-future. From Futurism, we come to understand Hartog’s hypothesis of Presentism (2013). In this specific regime of historicity, one can identify the interruption of the temporal flow in a present that is not able to absorb other temporalities. Therefore, the imaginary experience would function as the index of a paralyzing game in which the past is not faced and the future horizon is terrifying. Thus, we ask ourselves what are the symptoms of this crisis of time in the production of images about science and technology. Finally, we turn to historiography to claim the opening of the past and ways of thinking the future an expanding space of experience, and propose a horizon of expectations more determined by historical contingency, capable of producing more inclusive and dynamic images of the present.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.29146/eco-pos.v21i1.10641
dc.identifier.issn2175-8689
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/68995
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista eco-pós
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTemporalidade
dc.subjectImagens
dc.subjectModernidade
dc.subjectCiencia e tecnologia
dc.subject.otherPresentismo
dc.subject.otherHistoricidade
dc.subject.otherTemporalidade
dc.subject.otherImagens
dc.titleCascatas de modernidade em um lago aparentemente imóvel: imagens de ciência e tecnologia, do futurismo ao presentismo
dc.title.alternativeModernity waterfalls on a seemingly still lake:Images of science and technology, from futurism to presentism
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage293
local.citation.spage277
local.citation.volume21
local.description.resumoNeste artigo, imagens de ciência e tecnologia são locais privilegiados de observação das distintas articulações entre passado-presente-futuro. Para isso, partimos do Futurismo para entender a hipótese de presentismo proposta por Hartog (2013). Nesse regime de historicidade específico, vislumbra-se uma espécie de interrupção do fluxo temporal em um presente que não foi capaz de absorver outras temporalidades. Como consequência, a experiência imagética funcionaria como índice de um jogo paralisante, no qual o passado vivido não é encarado e o horizonte futuro aparece como aterrorizante. Assim, nos perguntamos quais os sintomas dessa crise do tempo na produção de imagens sobre a ciência. Por fim, recorremos à historiografia para reivindicar a abertura do passado e dos modos de pensar o futuro como formas de expandir o espaço de experiência e propor um horizonte de expectativas mais determinado pela contingência histórica, capaz de produzir imagens do presente mais inclusivas e dinâmicas.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6939-7542
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1324-0535
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistaecopos.eco.ufrj.br/eco_pos/article/view/10641

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