Prevenir ou remediar?: um estudo das práticas contraceptivas entre as mulheres de 15 a 24 anos no Brasil

dc.creatorLuciene Aparecida Ferreira de Barros Longo
dc.date.accessioned2019-08-12T15:54:23Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:24:29Z
dc.date.available2019-08-12T15:54:23Z
dc.date.issued2001-03-21
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MCCR-6GKKNY
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectComportamento sexual Brasil
dc.subjectAdolescentes Comportamento sexual Brasil
dc.subjectPlanejamento familiar Brasil
dc.subjectAnticoncepção Brasil
dc.subjectMulheres Comportamento sexual Brasil
dc.subject.otherBrasil
dc.subject.otherAnticoncepção
dc.subject.otherMulheres
dc.subject.otherComportamento sexual
dc.subject.otherAdolescentes
dc.titlePrevenir ou remediar?: um estudo das práticas contraceptivas entre as mulheres de 15 a 24 anos no Brasil
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Eduardo Luiz Goncalves Rios Neto
local.contributor.advisor1Paula de Miranda Ribeiro
local.contributor.referee1Maria do Carmo Fonseca
local.contributor.referee1Andre Junqueira Caetano
local.description.resumoA primeira relação sexual é um marco na vida de um indivíduo, principalmente para a mulher, cuja iniciação sexual esteve tradicionalmente ligada ao casamento. A atividade sexual entre os jovens vem ganhando cada vez mais espaço nos debates demográficos por estar intimamente ligada ao aumento relativo da fecundidade entre os jovens. As mulheres estão começando sua vida sexual cada vez mais cedo. Nesse sentido, este trabalho enfoca a questão do prevenir versus remediar relacionada ao comportamento sexual e reprodutivo da jovem. No estudo do comportamento sexual e reprodutivo dos jovens destaca-se a importância da análise de como a negligência associada a esse comportamento aumenta os riscos associados à saúde reprodutiva, tais como doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), incluindo a AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) e a gravidez precoce.Este trabalho possui dois objetivos. O primeiro deles é verificar quais fatores interferem nas práticas contraceptivas das mulheres jovens (15 a 24 anos), unidas e não unidas, que já tiveram relação sexual, não estão grávidas, não são esterilizadas e não estão querendo engravidar, analisando suas características demográficas, socioeconômicas, culturais e comportamentais na relação sexual corrente. Como o não uso de métodos contraceptivos (MAC) pode levar a uma gravidez não desejada, o segundo objetivo é verificar quais fatores interferem no fato de se ter um filho não desejado. Para essa análise, serão utilizados os dados da pesquisa DHS - Demographic and Health Survey, de 1996 tratados através de regressões logísticas múltiplas. Os resultados sugerem que os fatores relacionados à atividade sexual são os mais fortes para indicar as chances de usar MAC na última relação sexual ou de se ter um filho não desejado. A decisão mais importante em relação às práticas contraceptivas da jovem é tomada no início de sua vida sexual, pois quem usou método na primeira relação sexual tem menos chances de ter tido um filho não desejado e por sua vez, tem mais chances de estar usando MAC na última relação sexual. Portanto, prevenir é melhor do que remediar e quanto mais cedo essa prevenção ocorrer, melhor.
local.publisher.initialsUFMG

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