Tendência histórica das exodontias de dentes permanentes no Brasil: análise de uma série de 15 anos

dc.creatorMaria Aparecida Gonçalves de Melo Cunha
dc.date.accessioned2019-08-14T19:37:42Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:29:14Z
dc.date.available2019-08-14T19:37:42Z
dc.date.issued2015-06-29
dc.description.abstractBackground: Tooth loss is considered to be a public health problem. Time-series studies that assess the influence of social conditions and access to health services on tooth loss are scarce. Objective: This study aimed to examine the time series of permanent tooth extraction in Brazil between 1998 and 2012 and to compare these series in municipalities with different Human Development Index (HDI) scores and with different access to distinct primary and secondary care. Research Design: Time-series study was performed between 1998 and 2012. Subjects: Secondary data from the Brazilian National Health Information System. Measures: Two annual rates of tooth extraction were calculated and evaluated separately according to three parameters: the HDI, the presence of a Dental Specialty Center, and coverage by Oral Health Teams. The time series was analyzed using a linear regression model. Results: An overall decrease in the tooth-loss tendencies during this period was observed, particularly in the tooth extraction rate during primary care procedures. In the municipalities with an HDI that was lower than the median, the average tooth-loss rates were higher than in the municipalities with a higher HDI. The municipalities with lower rates of Oral Health Team coverage also showed lower extraction rates than the municipalities with higher coverage rates. Conclusions: In general, Brazil has shown a decrease in the trend to extract permanent teeth during these 15 years. Increased human development and access to dental services have influenced tooth extraction rates.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ODON-A3YN5U
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectExodontia
dc.subjectAcesso aos serviços de saúde
dc.subject.otherAcesso a serviços de saúde
dc.subject.otherExodontia
dc.subject.otherAnálise de séries temporais
dc.titleTendência histórica das exodontias de dentes permanentes no Brasil: análise de uma série de 15 anos
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Simone Dutra Lucas
local.contributor.advisor1Mauro Henrique Nogueira Guimaraes de Abreu
local.contributor.referee1Mara Vasconcelos
local.contributor.referee1Marcos Antônio Albuquerque de Senna
local.contributor.referee1Renata de Castro Martins
local.description.resumoIntrodução: A perda dentária é considerada um problema de saúde pública. Estudos de série temporal que avaliam a influência das condições de desenvolvimento humano e do acesso a serviços de saúde sobre essas perdas dentárias são escassos. O estudo objetivou descrever a tendência das exodontias de dentes permanentes no Brasil entre 1998 e 2012, comparar essas tendências em municípios que apresentam Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) diferentes; com acesso e cobertura de atenção primária e secundária distintos. Metodologia: Estudo de série temporal realizado entre 1998 e 2012, com dados do Sistema de Informação em Saúde do Sistema Único de Saúde. Foram calculadas duas taxas anuais de exodontias e analisadas de forma estratificada de acordo com três parâmetros: IDH, presença de Centro de Especialidade Odontológica (CEO) e cobertura das Equipes de Saúde Bucal (ESB). As séries temporais foram analisadas pelo modelo de regressão linear. Resultados: Observou-se, em geral, decréscimo nas tendências das perdas dentárias durante esse período, especialmente na taxa de exodontias em relação aos procedimentos da atenção primária. Em municípios brasileiros com IDH abaixo da mediana, as taxas médias são maiores do que municípios com IDH mais elevado, bem como, em municípios que não possuem o CEO em relação aos que o possuem. Municípios com menores índices de coberturas de ESB apresentaram taxas de exodontias mais baixas do que municípios com maiores índices de cobertura. Conclusões: O Brasil apresenta, em geral, um decréscimo na tendência das exodontias de dentes permanentes nesses 15 anos analisados. Desenvolvimento humano e acesso a serviços de saúde bucal, em geral, influenciam as taxas de exodontias.
local.publisher.initialsUFMG

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