Social perceptions about the pattern of use of cachaça among indigenous peoples of the Maxakali ethnic group in Brazil

dc.creatorRoberto Carlos de Oliveira
dc.creatorRodrigo Venâncio da Silva
dc.creatorElisa Chain de Assis
dc.creatorGabriel Coimbra Carvalho Schuwarten
dc.creatorDilceu Silveira Tolentino Júnior
dc.creatorAna Valéria Machado Mendonça
dc.creatorBelinda Farias Nicolau
dc.creatorAndréa Maria Duarte Vargas
dc.creatorEfigenia Ferreira e Ferreira
dc.date.accessioned2025-03-20T15:47:07Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:55:04Z
dc.date.available2025-03-20T15:47:07Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractEste estudo mostra como foi possível dialogar intersubjetivamente em relação à substituição de modelos e usos das bebidas tradicionais Maxakali por uma bebida destilada introduzida por meio do contato interétnico. Uma abordagem fenomenológica abrangente foi empregada para compreender e descrever as percepções sociais sobre o uso desse destilado. Por meio da análise temática, os símbolos e significados do uso do álcool foram interpretados por meio de suas histórias de vida cotidianas, registradas por 21 líderes em três grupos focais. Poderia amplificar “vozes subjugadas” e embarcar em um empreendimento semelhante de pesquisar os líderes de suas aldeias de dois grupos desprivilegiados. Os achados destacaram que, com o uso da cachaça, algumas adaptações ocorreram no uso do álcool Maxakali, com consequências negativas para as comunidades. Eles revelaram como as bebidas nativas desapareceram e o licor foi inserido no sistema cultural Maxakali. Considerando a subjetividade das lideranças no processo de coleta e análise de dados, foram identificadas funções em relação ao licor como lubrificante social, facilitador de transes xamânicos, produtor de conhecimento e fator nas relações de gênero e idade. Essas funções estavam enredadas em seus símbolos e significados em relação ao seu padrão de consumo e contextos, bem como reguladoras de expressões de violência e inimizade. Pesquisas adicionais e alternativas teórico-metodológicas são necessárias para investigar as interações entre o uso de álcool e sua síntese étnica e biopsicossocial, incorporando o modo de vida Maxakali a essas possibilidades.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.33448/rsd-v11i16.35330
dc.identifier.issn2525-3409
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/80792
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofResearch, Society and Development
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectIndians, South American
dc.subjectAlcoholic beverages
dc.subjectQualitative research
dc.subject.otherIndians, South American
dc.subject.otherAlcoholic beverages
dc.subject.otherQualitative research
dc.titleSocial perceptions about the pattern of use of cachaça among indigenous peoples of the Maxakali ethnic group in Brazil
dc.title.alternativePercepções sociais sobre o padrão de uso da cachaça entre povos indígenas da etnia Maxakali no Brasil
dc.title.alternativePercepciones sociales sobre el patrón de uso de la cachaça entre los pueblos indígenas de la etnia Maxakali en Brasil
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue16
local.citation.spagee502111635330
local.citation.volume11
local.description.resumoThis study shows how it was possible to engage in intersubjective dialogue regarding the replacement of models and uses of Maxakali traditional drinks with a distilled beverage introduced through inter-ethnic contact. A comprehensive phenomenological approach was employed to understand and describe the social perceptions about the use of this distillate. Through thematic analysis, symbols and meanings of alcohol use were interpreted through their daily life histories, recorded by 21 leaders in three focus groups. It could amplify ‘subjugated voices’ and embarks on a similar venture of researching their villages' leaders from two disenfranchised groups. The findings highlighted that, with the use of sugar cane liquor, some adaptations have occurred in Maxakali alcohol use, with negative consequences for the communities. They revealed how the native drinks have disappeared and the liquor has been inserted into Maxakali cultural system. Considering the subjectivity of the leaders in the process of data collection and analysis, functions regarding the liquor as a social lubricant, facilitator of shamanic trances, knowledge producer, and factor in the relations of gender and age were identified. Those functions were enmeshed in their symbols and meanings regarding their drinking pattern and contexts, as well as a regulator of expressions of violence and enmity. Additional research and theoretical/methodological alternatives are necessary to investigate the interactions between alcohol use and its ethnic and biopsychosocial synthesis, incorporating the Maxakali way of life into these possibilities.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2407-8905
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5393-5297
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1298-6124
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1978-8518
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2435-7576
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1879-5433
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2833-2317
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4371-9862
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0665-211X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA SOCIAL E PREVENTIVA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://rsdjournal.org/index.php/rsd/article/view/35330/31886

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