Voluntariado e megaeventos: aproximações possíveis

dc.creatorSheylazarth Presciliana Ribeiro
dc.creatorRafael Fróis da Silva
dc.creatorAllana Joyce Soares Gomes
dc.creatorKátia Lúcia Moreira Lemos
dc.date.accessioned2024-02-02T16:18:08Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:28:29Z
dc.date.available2024-02-02T16:18:08Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractSporting mega-events were not unison actions in our country. In view of this diverse context our goal was to understand why people volunteer for mega-events. The methodology was the application of 345 questionnaires to the volunteers of the Football World Cup in Belo Horizonte and the analysis of data from Bardin (1999). We conclude that volunteering is a process socially constructed and can be seeing in several ways by the individuals. We realized on this text people who made a move contrary to volunteering in the World Cup and among those volunteers, the most frequent reasons were pleased by the activity and the improvement of the curriculum. Among the social movements influencers voluntary process in mega-events, we have found two actions: The “Year of the Volunteer” established as an action of the UN and the Higher Education Internationalization in Brazil. These movements can help to understand why people build relationships of interest and pleasure in volunteering at sporting mega-events.
dc.identifier.issn2358-1239
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63695
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista brasileira de estudos do lazer
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVoluntários
dc.subjectEventos especiais
dc.subjectLazer
dc.subjectEsportes
dc.subject.otherMegaeventos
dc.subject.otherVoluntariado
dc.titleVoluntariado e megaeventos: aproximações possíveis
dc.title.alternativeVolunteers and mega-events: possible approaches
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage138
local.citation.issue3
local.citation.spage123
local.citation.volume2
local.description.resumoOs Megaeventos esportivos não foram ações uníssonas em nosso país. Frente a esse contexto diverso nosso objetivo foi entender porque as pessoas se voluntariam para os Megaeventos. A metodologia foi a aplicação de 345 questionários para os voluntários da Copa do Mundo de Futebol em Belo Horizonte e a análise de dados foi feita a partir de Bardin (1999). Concluímos que o voluntariado é um processo construído socialmente e pode ser recebido de várias formas pelos sujeitos. Percebemos nesse texto pessoas que fizeram um movimento contrário ao voluntariado na Copa de futebol, e, entre os que foram voluntários, as justificativas mais frequentes eram o prazer pela atividade e a melhora do currículo. Entre os movimentos sociais influenciadores do processo de voluntariado em megaeventos, encontramos duas ações: O “Ano do Voluntário” instituído como uma ação da ONU e a Internacionalização do Ensino Superior no Brasil. Esses movimentos podem auxiliar a compreender porque as pessoas constroem relações de interesse e prazer com o voluntariado em megaeventos esportivos.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-4768-9135
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-5328-791X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-2482-3904
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEF - DEPARTAMENTO DE ESPORTES
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.ufmg.br/index.php/rbel/article/view/495

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