Paternalismo, poder privado e violência: o campo político Norte-Mineiro durante a Primeira República

dc.creatorCesar Henrique de Queiroz Porto
dc.date.accessioned2019-08-09T19:21:13Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:50:27Z
dc.date.available2019-08-09T19:21:13Z
dc.date.issued2002-04-01
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/VCSA-6VHKU3
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHistória
dc.subject.otherPrimeira República
dc.subject.otherPersonalismo
dc.subject.otherMontes Claros
dc.subject.otherPoder privado
dc.subject.otherNorte de Minas
dc.subject.otherHistória
dc.subject.otherPaternalismo
dc.subject.otherViolência
dc.titlePaternalismo, poder privado e violência: o campo político Norte-Mineiro durante a Primeira República
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Joao Pinto Furtado
local.description.resumoEste trabalho consiste em um estudo das práticas de poder em Montes Claros, Minas Gerais, durante o período da chamada Primeira República, entre 1889 e 1930. Seu objetivo principal é verificar aspectos da cultura política da cidade no período pesquisado. Tendo o estudo do campo político local como referência primordial, realizamos uma análise das principais práticas políticas auferidas por alguns dos mais expressivos agentes políticos locais no período mencionado. Utilizando como fontes principais, os jornais impressos na cidade, concluímos que o paternalismo, o personalismo e a violência constituíram elementos centrais da cultura política local. Concluímos também, que a presença dos bacharéis será outro componente bem presente nessa cultura política. Nos casos dos bacharéis, principalmente os médicos, a prática do paternalismo, configurará o elemento essencial de suas práticas de poder e contribuirá para suavisar a política local. Verificamos que o campo político da cidade era polarizado por dois grupos que tinham lideranças absenteístas no comando de cada um. Por fim, percebemos que mesmo a despeito da existência de bacharéis no comando da política local, e de práticas que suavisaram a atuação dos mesmos, a violência emergiu quando as duas facções não conseguiram se entender na divisão das vantagens auferidas pelo controle da câmara local.
local.publisher.initialsUFMG

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