Teorias da administração: uma evolução sem cor?

dc.creatorElisângela de Jesus Furtado da Silva
dc.creatorLaysse Fernanda Macêdo Dos Santos
dc.creatorFelipe Mateus Assis Soares
dc.date.accessioned2022-09-02T19:18:41Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:05:26Z
dc.date.available2022-09-02T19:18:41Z
dc.date.issued2019
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.18540/revesvl2iss1pp0062-0078
dc.identifier.issn2595-4490
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/44875
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofREVES - Revista Relações Sociais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAdministração
dc.subjectRaça e Etnia
dc.subjectDiversidade
dc.subjectTeorias da Administração
dc.titleTeorias da administração: uma evolução sem cor?
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage78
local.citation.issue1
local.citation.spage62
local.citation.volume2
local.description.resumoAs questões sociais estão presentes no interior das organizações e sendo essas consideradas formas organizativas da sociedade, questiona-se como as Teorias da Administração tratam questões de ordem social sob a ótica étnico racial, abordagem justificada em função da existência de estudos que demonstram aspectos da desigualdade existente no Brasil, além do antecedente de escravização, bem como sua implicação social na atualidade. A reflexão teórica evidenciou que até década de 80 as Teorias da Administração tiveram sua evolução pautada unicamente pelos fatores relacionados diretamente aos objetivos organizacionais, fato que tornou alheio qualquer outra questão e aí estão as sociais, de análise científica nessa área do saber. Com a ascensão e repercussão de estudos críticos, questões sociais passaram a ser debatidas no ambiente organizacional e tecnologias gerenciais foram criadas visando reformar os processos produtivos, porém a criação e adoção de práticas e técnicas voltadas à promoção das diferenças nas organizações não é suficiente para promover a profundidade demandada por questões sociais complexas como é caso do racismo proveniente da discriminação étnico racial, do sexismo, da homofobia e tantos outros, pois tratam-se de processos desenvolvidos sob um manto da negação de sua existência por centenas de anos no contexto brasileiro.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFACE - FACULDADE DE CIENCIAS ECONOMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://https://periodicos.ufv.br/ojs/reves/article/view/3158

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