A democracia e o sistema mediático: proposta de um modelo de análise.

dc.creatorRenato Francisquini Teixeira
dc.date.accessioned2019-08-12T21:00:19Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:38:07Z
dc.date.available2019-08-12T21:00:19Z
dc.date.issued2009-09-15
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-89HK78
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDemocracia
dc.subjectComunicação de massa
dc.subjectCiência política
dc.subject.otherCiência Política
dc.subject.otherDemocracia
dc.subject.otherMídia
dc.titleA democracia e o sistema mediático: proposta de um modelo de análise.
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Bruno Pinheiro Wanderley Reis
local.contributor.referee1Leonardo Avritzer
local.contributor.referee1Rousiley Celi Moreira Maia
local.description.resumoO presente trabalho tem por objetivo discutir teoricamente a relação entre a democracia e os meios de comunicação. Partindo de uma leitura crítica de alguns elementos da teoria discursiva, no primeiro capítulo se analisam as questões postas ao ideal deliberativo pela ascensão dos meios de comunicação de massa como um locus importante senão a arena central do debate público nas sociedades contemporâneas. Argumenta-se que não há nada de impróprio, ao menos em princípio, no fato dos sistemas mediáticos se estruturarem como um mercado de comunicação. Esse processo representou o desligamento formal dos media em relação ao Estado, o que permitiu que os veículos passassem a fiscalizar as ações do governo e a servir como espaço para que os atores sociais apresentem as suas opiniões e insiram temas que considerem politicamente relevantes. No entanto, um problema surge quando este mercado se afasta de um padrão de concorrência minimamente aceitável, embora se reconheça ser deveras difícil determinar tal padrão. Para evitar que isso ocorra, é fundamental que um ator, em especial, intervenha sobre o mercado sem, contudo, colocar em risco as liberdades de expressão e de imprensa: o Estado. São elencadas duas formas básicas de para essa intervenção: (a) o estabelecimento de regras que impeçam a formação de monopólios e oligopólios no setor e (b) o fomento de um sistema público de mídia, composto por canais públicos, comunitários, meios alternativos etc.Posto esse quadro teórico-conceitual, no segundo capítulo são elaboradas algumas categorias analíticas que, se pretende, permitam comparar a operação dos sistemas mediáticos em sociedades distintas. Em um primeiro momento, se apresentam duas obras que fizeram esforço semelhante, Four Theories of the Press (1956) e Comparing Media Systems (2004). Considera-se muito importante a contribuição de ambas para os estudos comparativos dos sistemas de mídia. No entanto, propõe-se neste trabalho um enquadramento um pouco diferente. Enquanto nos trabalhos citados se analisa principalmente a influência dos sistemas político e social sobre os meios de comunicação, aqui se propõe uma discussão acerca das implicações da organização do sistema dos media na democratização da sociedade. Por fim, são analisados alguns casos empíricos que permitem visualizar melhor as categorias elaboradas.
local.publisher.initialsUFMG

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