Projeto de intervenção: saúde ocupacional dos técnicos administrativos em educação de um Hospital Público de Belo Horizonte, Minas Gerais
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Universidade Federal de Minas Gerais
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Resumo
Os servidores técnicos administrativos em educação, vinculados ao Sistema Jurídico
Único, vem sofrendo com o descaso das instituições públicas, quanto à Saúde
ocupacional dos mesmos. Cada vez mais o antigo modelo burocrático destas
instituições, sucumbem à era do molde gerencialista de gestão, que demanda mais
produtividade a todo custo. Custo este que recai sobre os ombros dos servidores sob
pressões por alta produtividade e ameaças de substituições por uma mão de obra
terceirizada, cada vez mais descartável e desvalorizada. Este estudo busca
evidenciar, através de dados estatísticos compilados pela própria instituição
pesquisada e da observação participante da autora de que os servidores promotores
da saúde para a população, que busca o hospital público, pelo SUS, estão
desassistidos em seus direitos à saúde ocupacional e carecem serem ouvidos e
respeitados em suas reivindicações aqui propostas. No intuito de promover uma
discussão sobre as responsabilidades de cada gestor, de comprometimento,
mediante o diagnóstico avaliado, em instituir as intervenções favoráveis à saúde
ocupacional destes servidores, levantou-se dados teóricos aliados a observação
participante, vivenciada pela autora e, também por uma equipe de técnicos
administrativos vinculados ao sistema jurídico único que se reúnem periodicamente
para a discussão de casos. Por fim, enfatiza a necessidade de implementar medidas
simples para maior conforto e qualidade de vida, como um espaço de convivência,
para descanso e redução do stress ocupacional dos técnicos administrativos e
medidas mais complexas, mas não intangíveis, como a redução da carga horária para
30 horas semanais, já instituída parcialmente, para o corpo administrativo do campus
universitário e do próprio hospital, apenas para o técnico administrativo da assistência
direta. Com isto, propor a inserção completa do corpo administrativo na escala de
flexibilização de jornada com maior intervenção da UFMG, enquanto gestora, no
acompanhamento funcional de todos os servidores SJU, inseridos no âmbito de
gestão privada sob comando da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares
(EBSERH).
Abstract
Assunto
Palavras-chave
Sistema jurídico único, Saúde ocupacional, Intervenções
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