Escala funcional de incapacidade do pescoço de copenhagen: análise em cantoras disfônicas e em cantoras sem queixas vocais

dc.creatorThalita Ferreira Rodrigues Lopes
dc.creatorBárbara Pereira Lopes
dc.creatorAna Cristina Côrtes Gama
dc.date.accessioned2024-01-17T19:44:50Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:05:30Z
dc.date.available2024-01-17T19:44:50Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractPurpose: To analyze and compare the degree of cervical disability in singers with dysphonia and in singers without self-reported vocal complaints. Methods: A cross-sectional observational analysis. Sixty-two singers participated in the study: Thirty-two singers without vocal complaints and 30 singers with a speech-language pathology and otorhinolaryngological diagnosis of dysphonia. For singers without vocal complaints, two questionnaires were applied via Google Forms: A three-question questionnaire regarding vocal complaints and how each singer perceived their speaking and singing voice, and the Copenhagen Neck Functional Disability Scale (CNFDS). Data on singers with dysphonia were extracted from a databa sepreviously collected by a team of researchers at the speech-language pathology department of the Federal University of Minas Gerais. The difference in data collection methodology between the two groups was due to restrictions presented by the coronavirus pandemic. The Mann-Whitney test was used to compare the two groups, at a significance level of 5%. Results: There was a significant difference between the groups (p=0.0001), demonstrating that singers with dysphonia suffered more from cervical pain and discomfort than singers without vocal complaints. Conclusion: Singers with dysphonia have more cervical pain and discomfort than singers without vocal complaints, thus presenting with greater cervical disability.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1590/2317-1782/20212021095
dc.identifier.issn23171782
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62984
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCoDAS
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectVoz
dc.subjectDisfonia
dc.subjectCanto
dc.subjectTreinamento da Voz
dc.subjectDor Cervical
dc.subjectDor Cervical
dc.subjectForça Muscular
dc.subject.otherVoz
dc.subject.otherDisfonia
dc.subject.otherDistúrbios da Voz
dc.subject.otherTreinamento da Voz
dc.subject.otherCanto
dc.subject.otherDor Cervical
dc.subject.otherForça Muscular
dc.titleEscala funcional de incapacidade do pescoço de copenhagen: análise em cantoras disfônicas e em cantoras sem queixas vocais
dc.title.alternativeThe Copenhagen Neck Functional Disability Scale: an analysis of singers with dysphonia and without vocal complaints
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage5
local.citation.issue6
local.citation.spage1
local.citation.volume34
local.description.resumoObjetivo: analisar e comparar o grau de incapacidade cervical em cantoras disfônicas e em cantoras sem queixas vocais autorreferidas. Método: estudo observacional analítico transversal. Participaram do estudo 32 cantoras sem queixas vocais e 30 cantoras com diagnóstico fonoaudiológico e otorrinolaringológico de disfonia. Para as cantoras sem queixas vocais foram utilizados dois questionários aplicados virtualmente via GoogleForms, sendo um questionário composto por três perguntas referentes às queixas vocais e como cada cantora percebia sua voz de falada e de forma cantada e a Escala Funcional de Incapacidade do Pescoço de Copenhagen (EFIPC). Os dados referentes às cantoras disfônicas foram extraídos de um banco de dados previamente coletado por uma equipe de pesquisadores no Observatório de Saúde Funcional em Fonoaudiologia da Universidade Federal de Minas Gerais e a diferença na metodologia de coleta de dados entre os dois grupos deu-se devido às restrições apresentadas pela pandemia causadapelo coronavírus. Para a comparação entre os dois grupos, foi utilizado o teste MannWhitney e foi considerado um nível de significância de 5%. Resultados: Houve diferença significativa entre os grupos (p=0,0001), demonstrando que as cantoras disfônicas sofrem mais com dores e desconfortos cervicais do que as cantoras sem queixas vocais. Conclusão: cantoras disfônicas apresentam mais dor e desconforto cervical do que as cantoras sem queixas vocais, caracterizando uma maior incapacidade cervical
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE FONOAUDIOLOGIA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE OFTALMOLOGIA E OTORRINOLARINGOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://doi.org/10.1590/2317-1782/20212021095pt

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