Evolução temporal em SIG: análise fitofisionômica do processo de regeneração da cobertura vegetal em clareiras por meio de imagens RapidEye - Urucu - Floresta Amazônica

dc.creatorAdeandro Pedro de Castro Mota
dc.date.accessioned2020-07-24T00:56:22Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:57:08Z
dc.date.available2020-07-24T00:56:22Z
dc.date.issued2017-12-04
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/33857
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectGeoprocessamento
dc.subjectVegetação – Mapeamento – Amazônia
dc.subjectSensoriamento remoto
dc.subjectSistemas de informação geográfica
dc.subject.otherAmazônia
dc.subject.otherCobertura vegetal
dc.subject.otherDinâmica
dc.subject.otherSensoriamento remoto
dc.titleEvolução temporal em SIG: análise fitofisionômica do processo de regeneração da cobertura vegetal em clareiras por meio de imagens RapidEye - Urucu - Floresta Amazônica
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor-co1Christian Rezende Freitas
local.contributor.advisor1Marcos Antônio Timbó Elmiro
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6956968845038843
local.contributor.referee1Plínio da Costa Temba
local.description.resumoA observação do desenvolvimento da paisagem no tempo é um importante prérequisito para entender os processos que estão ocorrendo e determinar prognósticos. O auxílio de ferramentas de Geoprocessamento e técnicas de Sensoriamento Remoto ancoradas à utilização de imagens captadas por sensores remotos possibilitam a análise multitemporal da vegetação bem como sua quantificação. O presente estudo objetivou analisar a dinâmica espacial da cobertura vegetal em seis Clareiras da Amazônia Central no intervalo temporal de dois anos. Utilizando para tal, imagens orbitais multitemporais capturadas pelo sensor RapidEye (16/06/2014 e 20/06/2016). As imagens foram processadas segundo as etapas do Processamento Digital de Imagens (PDI). O método da classificação supervisionada com o algoritmo da Máxima Verossimilhança (MAXVER) possibilitou espacializar a dinâmica da vegetação no período analisado (2014-2016). Os resultados substanciais mostraram que em 2014 a vegetação estabelecida recobria 9,19 ha (46%), sendo registrada no mapeamento seguinte (2016), ampliação das áreas cobertas por essa classe para 10,04 ha (50%). Em 2016 houve redução das classes iniciais do processo de regeneração (16,4%), totalizando 1,2 ha que passaram a fazer parte das classes consolidadas, vegetação intermediária e estabelecida. Considerando os indicadores obtidos é possível afirmar que a cobertura vegetal das clareiras tem sido recuperada ao longo do período analisado e que a configuração do entorno das áreas degradadas influenciou diretamente no gradiente de regeneração de cada uma das seis clareiras. Clareiras com maior percentual de vegetação estabelecida em 2014, apresentaram melhores índices de regeneração em 2016.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentIGC - DEPARTAMENTO DE CARTOGRAFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Geoprocessamento

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