Dispositivo urbanismo: entre a governamentalidade e a resistência

dc.creatorJunia Maria Ferrari de Lima
dc.date.accessioned2019-08-14T01:29:24Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:46:39Z
dc.date.available2019-08-14T01:29:24Z
dc.date.issued2017-02-20
dc.description.abstractFrom work spaces (pre-capitalist cities) through production spaces (industrial cities), until the current spaces of consumption and competition (neoliberal cities), what has been historically seen in our cities is a succession of agreements and alliances, which were made explicit (or not) under the form of plans and rules that, in most cases, end up promoting controlling practices of land use and occupation. In other words, an urbanism that does not perform as a democratic and emancipatory means of transformation of territory, but rather as a mechanism in the service of a governmental rationality or, according Foucault, of a "governmentality". The hypothesis highlighted in this article is that urbanism has been historically constituted as an apparatus that operates according to discursive and non-discursive practices and that has as its objective (or strategic function) the control and ordination of bodies on the territory - where one works, lives, circulates, consumes, etc.-, in order to ensure optimal economy for the populations. Therefore, the present work aims at this argument, having foulcaultian concepts as theoretical framework.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-AS2GFG
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectUrbanização Aspectos políticos
dc.subjectEspaço urbano Aspectos sociais
dc.subjectPoder (Filosofia)
dc.subjectFoucault, Michel, 1926-1984
dc.subjectPlanejamento urbano
dc.subject.otherGovernamentalidade
dc.subject.otherUrbanismo
dc.subject.otherResistência
dc.subject.otherDispositivo
dc.titleDispositivo urbanismo: entre a governamentalidade e a resistência
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Jupira Gomes de Mendonca
local.contributor.referee1Karine Gonçalves Carneiro
local.contributor.referee1Alexandre Fabiano Mendes
local.contributor.referee1Denise Morado Nascimento
local.contributor.referee1Natacha Silva Araujo Rena
local.description.resumoDe espaço do trabalho (cidades pré-capitalistas) a espaço da produção (cidades industriais), até os atuais espaços de consumo e concorrência (cidades neoliberais), o que temos visto historicamente nas nossas cidades é uma sucessão de acordos e alianças explicitados (ou não) na forma de planos e regras que, na maioria das vezes, acabam por fomentar práticas controladoras de uso e ocupação do solo. Ou seja, um urbanismo que atua, não como um meio democrático e emancipador de transformação do território, mas como um mecanismo a serviço de uma razão governamental, ou, segundo Foucault, de uma "governamentalidade". A hipótese a ser discutida é que o urbanismo tem se constituído historicamente como um dispositivo que opera a partir de práticas discursivas e não discursivas, e cujo objetivo (ou função estratégica) é o controle e a ordenação dos corpos no território - onde se trabalha, reside, circula, consome, etc.-, de forma a garantir a melhor economia para as populações. Este é o argumento que se vai procurar construir ao longo deste trabalho tendo como referencial teórico alguns conceitos de Foucault.
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
junia_maria_ferrari.pdf
Tamanho:
22.18 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format