As reverberações da autoestima na ampliação e restrição das possibilidades existenciais : um olhar gestáltico

dc.creatorAna Luiza Ferreira Bohrer
dc.date.accessioned2025-09-08T03:24:58Z
dc.date.accessioned2025-11-14T15:43:35Z
dc.date.available2025-09-08T03:24:58Z
dc.date.issued2025-06-07
dc.description.abstractThis study aims to understand how self-esteem and self-concept references contribute to restricting and expanding an individual’s existential possibilities in the world, based on the Gestalt- therapy approach. To this end, a literature review was conducted, covering both the various conceptions of self-esteem and the foundational assumptions and concepts of Gestalt therapy. Considering the inseparability between individual/world and the fundamental impact of relationships in the process of human constitution, it became necessary, in order to understand the self-representation and the self-value that individuals attribute to themselves, to comprehend the society in which they are immersed and the ways it influences them. In contemporary times, a trend is observed toward the emptying of relationships and the weakening of social ties, leading to significant changes in the ways of being, existing and relating to the world. In this conjecture, the expression of aggressiveness, as conceived from the Gestalt perspective – essential for the process of contact, assimilation of experiences and creative adjustment – is being increasingly inhibited. From this, reflections were made on how the lack of aggressiveness as a vital creative force corroborates the maintenance of introjection. This contact interruption mechanism is considered essential in the constitution of an alienating and pejorative self-representation, as well as a weakened self-esteem, which, in turn, contributes to the restriction of existential possibilities and an inauthentic way of being in the world. Finally, some contributions of the Gestalt clinical practice regarding the sufferings that permeate self-esteem were highlighted.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/85038
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAutoestima
dc.subjectGestalt-terapia
dc.subjectPsicoterapia
dc.subject.otherAutoestima
dc.subject.otherAutoconceito
dc.subject.otherContato
dc.subject.otherGestalt-terapia
dc.subject.otherPsicoterapia
dc.titleAs reverberações da autoestima na ampliação e restrição das possibilidades existenciais : um olhar gestáltico
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Claudia Lins Cardoso
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1269136682645609
local.contributor.referee1Shyrlleen Alves
local.description.resumoO presente trabalho visa compreender de quais formas os referenciais da autoestima e do autoconceito contribuem para a restrição e para a ampliação das possibilidades existenciais da pessoa no mundo a partir da abordagem gestáltica. Para isso, realizou-se uma revisão bibliográfica, a qual abarcou tanto as diversas concepções sobre a autoestima quanto a literatura com os pressupostos e conceitos da Gestalt-terapia. Ao considerar a indissociabilidade entre pessoa/mundo e a primordialidade das relações no processo de constituição humana, se fez necessário, para compreender a representação e o valor que o indivíduo atribui a si, apreender a sociedade a qual ele está imerso e os atravessamentos por ela propiciados. Na contemporaneidade, nota-se o esvaziamento das relações e o enfraquecimento dos laços sociais, acarretando mudanças significativas nas formas de ser, estar e se relacionar com o mundo. Nessa conjuntura, a expressão da agressividade, tal como concebida na perspectiva gestáltica, essencial para o processo de contato, assimilação das experiências e ajustamento criativo, está sendo cada vez mais inibida. A partir disso, foram tecidas reflexões sobre como a falta da agressividade como força criadora vital corrobora para a manutenção da introjeção. Este mecanismo de bloqueio de contato é considerado essencial na constituição de uma representação de si alienante e pejorativa, bem como uma autoestima enfraquecida, que, por sua vez, contribui para a restrição das possibilidades existenciais e um modo inautêntico de ser no mundo. Por fim, apontou-se algumas contribuições da clínica gestáltica ao que tange os sofrimentos que perpassam a autoestima.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Psicologia Clínica: Gestalt-Terapia e Análise Existencial

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