Mapeamento das áreas de preservação permanente do município de SãoGonçalo do Rio Abaixo

dc.creatorThiago Vieira da Silva Matos
dc.date.accessioned2019-08-11T22:19:29Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:42:19Z
dc.date.available2019-08-11T22:19:29Z
dc.date.issued2010-11-25
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-955NSW
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSensoriamento remoto  
dc.subjectGeoprocessamento  
dc.subjectSão Gonçalo do Rio Abaixo (MG)
dc.subjectÁreas de conservação de recursos naturais
dc.subject.otherGeoprocessamento
dc.titleMapeamento das áreas de preservação permanente do município de SãoGonçalo do Rio Abaixo
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor-co1Braulio Magalhaes Fonseca
local.contributor.advisor1Marcos Antonio Timbo Elmiro
local.contributor.referee1Braulio Magalhaes Fonseca
local.description.resumoEsta pesquisa apresenta os resultados do mapeamento das Áreas de Preservação Permanente, APPs, do Município de São Gonçalo do Rio Abaixo. O município em questão localiza-se na microrregião de Itabira e a 84 km da capital Belo Horizonte, acesso através da BR 381. A ocupação da área que hoje compreende o núcleo urbano do município de São Gonçalo do Rio Abaixo tem origem nas bandeiras que exploravam o estado de Minas Gerias nos século 18. Bandeirantes encontraram diversas minas de ouro as margens do RibeirãoSanta Barbara e no processo de exploração de ouro nasceu o arraial que futuramente seria o núcleo urbano do município. Segundo a resolução do CONAMA 303, as APPs têm como objetivo principal preservar os recursos hídricos, a paisagem, a estabilidade geológica a biodiversidade, o fluxo gênico da fauna e flora, proteger o solo e assegurar o bem estar das populações humanas. Portanto, elassão consideradas como um importante elemento no escopo de ações que buscam o desenvolvimento sustentável. Existem divergências no que tange a delimitação das APPs, especialmente quando estassão referentes aos topos de morros. Tal fato ocorre devido à dificuldade em definir as áreas de topo. A interpretação baseadas em métodos analógicos, como a interpretação visual, é carregada de subjetividade e encontra-se condicionada a experiência do analista. Neste âmbito, passou a existir a necessidade de desenvolver um método, através de produtos de sensoriamento remoto e técnicas de geoprocessamento, que aperfeiçoasse a determinação automática das APPs em topos de morros (HOTT et al., 2004). No universo dos estudos ambientais, onde a interação entre inúmeras variáveis tem que ser analisadas, o Sistema de Informação Geográfica se posta como instrumento de grandepotencialidade na caracterização de elementos, valores, na síntese dos dados e na construção de modelos que representam os objetos analisados sobre a terra (FONSECA, 2010).
local.publisher.initialsUFMG

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