Educação inclusiva e flexibilidade curricular - aproximações e distanciamentos entre discursos "oficiais" e discursos de professores

dc.creatorPreciosa Fernandes
dc.creatorElania de Oliveira
dc.date.accessioned2023-04-21T00:11:56Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:18:41Z
dc.date.available2023-04-21T00:11:56Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractIn Portugal, curriculum policies suffered oscillatory movements (Fernandes, 2011) that led schools and teachers to “distrust” the benefits that these proposals can bring to the improvement of work processes and student learning. Based on this premise, a research was conducted that focused on two measures implemented in Portugal in 2017/2018, which defend the principles of an inclusive education / school (Decree-Law No. 54/2018, of 6 July) and curriculum autonomy and flexibility (Decree-Law No. 55/2018 of July 6). In this context, it was intended to identify and analyze approximations and distances between “official” / legal discourses and teachers 'discourses, and to understand implications of these curricular proposals in school daily life and teachers' work. Methodologically, beyond the analysis of legal documents, it was use the Focus Group with teachers, department coordinators, from two School Groupings from the northern region of Portugal. Overall, the results suggest that the approximations focus on the field of principles that underpin inclusive education, namely the principle of attention to student diversity and respect for their learning rhythms. The distances are noted in the field of possibilities of autonomy of teachers / coordinators, namely in their ability to integrate bureaucratic demands with a change in curriculum development processes oriented towards curricular flexibility. Collaborative peer work appears as an important collective action strategy that enhances more inclusive educational practices.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2183-8755
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/52360
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista de Estudos Curriculares
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação inclusiva
dc.subjectCurrículos
dc.subjectSistemas de ensino
dc.subjectEducação básica
dc.subject.otherPolíticas curriculares
dc.subject.otherInclusão
dc.subject.otherFlexibilidade curricular
dc.subject.otherProfessores
dc.titleEducação inclusiva e flexibilidade curricular - aproximações e distanciamentos entre discursos "oficiais" e discursos de professores
dc.title.alternativeInclusive education and curriculum flexibility-approximations and distances between "official" and teacher discourses
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage73
local.citation.issue10
local.citation.spage52
local.citation.volume2
local.description.resumoEm Portugal, as políticas curriculares têm sofrido movimentos oscilatórios (Fernandes, 2011) que têm levado as escolas e os professores a “desconfiarem” dos benefícios que essas propostas podem trazer quer para a melhoria dos processos de trabalho, quer das aprendizagens dos alunos. Tendo este pressuposto por base, foi realizada uma pesquisa que teve por foco duas medidas políticas implementadas em Portugal em 2017/2018 que preconizam princípios de uma educação/escola inclusiva (Decreto-Lei n.º 54/2018, de 6 de julho) e de autonomia e flexibilidade curricular (Decreto-Lei n.º 55/2018, de 6 de julho). Pretendeu-se, nesse âmbito, identificar e analisar aproximações e distanciamentos entre discursos “oficiais”/legais e discursos de professores, e compreender implicações dessas propostas curriculares nos quotidianos escolares e no trabalho dos professores. Metodologicamente, para além da análise de documentos legais, utilizou-se o Focus Group com professores, coordenadores de departamento, de dois Agrupamentos de Escolas da região norte de Portugal. Genericamente, os resultados sugerem que as aproximações se concentram no campo dos princípios que sustentam a educação inclusiva, nomeadamente o principio de atenção à diversidade dos alunos e de respeito pelos seus ritmos de aprendizagem. Os distanciamentos fazem-se notar no campo das possibilidades de autonomia dos professores/coordenadores, nomeadamente na sua capacidade de equacionarem as demandas burocráticas com uma mudança nos processos de desenvolvimento do currículo orientada para a flexibilidade curricular. O trabalho colaborativo entre pares aparece como uma importante estratégia de ação coletiva potenciadora de práticas educativas mais inclusivas.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/ 0000-0002-4318-3308
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3508-2985
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentCP - CENTRO PEDAGOGICO - 1o.GRAU
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.nonio.uminho.pt/rec/index.php?journal=rec&page=issue&op=view&path%5B%5D=9&path%5B%5D=showToc

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