Difusão lexical e mudanças sintático-semânticas: os verbos psicológicos

dc.creatorEvelyne Jeanne A. A. Madeleine D. Madureira
dc.date.accessioned2019-08-11T07:55:26Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:59:00Z
dc.date.available2019-08-11T07:55:26Z
dc.date.issued2000-12-25
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-9HTRDG
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMudanças lingüísticas
dc.subjectGramática comparada e geral Verbo
dc.subjectSemântica
dc.subjectSignificação (Psicologia)
dc.subjectGramatica comparada e geral Sintaxe
dc.subject.otherLetras
dc.titleDifusão lexical e mudanças sintático-semânticas: os verbos psicológicos
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Marco Antonio de Oliveira
local.contributor.referee1Maria Cecilia de Magalhães Mollica
local.contributor.referee1Christina Abreu Gomes
local.contributor.referee1Hugo Mari
local.contributor.referee1Rodolfo Ilari
local.description.resumoEsta tese pesquisou o alcance do modelo da Difusão Lexical enquanto teoria alternativa à explicação da mudança lingüística, através da análise dos verbos psicológicos. Duas razões determinaram que se elegessem os verbos psicológicos como objeto lingüístico de estudo: a primeira relaciona-se à resistência que as particularidades sintáticas de alguns deles oferecem a qualquer tentativa de sistematização. Decorrente dessa, a segunda razão que determinou o interesse por esses verbos foi o fato de se presumir que as supostas idiossincrasias pudessem ser evidências de um processo de variação/mudança lingüística implementado por difusão lexical. Tal pressuposto configurou a hipótese de que um grupo de verbos exibe um processo de mudança sintática e/ou semântica em curso. Essa hipótese instanciou uma pesquisa que, orientada pelos princípios de análise da Teoria da Variação, contemplasse concomitantemente os pressupostos difusionistas. De tal aparato teórico, decorreram dois objetivos mediatos desta tese, quais sejam, a busca de aprofundamento da reflexão ensejada pelos embates concernentes à autonomia dos componentes da gramática e, relacionado a esse, a tentativa de equacionamento entre análises guiadas por dados intuitivos e aquelas que se pautam por dados empíricos. Para tal fim, buscaram-se dados que ilustrassem o comportamento dos verbos psicológicos desde o período arcaico da língua portuguesa. Tanto na perspectiva sincrônica, quanto na diacrônica, a análise quantitativa distinguiu sistematicamente propriedades e itens. Tal metodologia direcionou a pesquisa para a consideração individual dos itens lexicais, o que culminou numa análise qualitativa da qual o fator item lexical emerge como variável produtiva e, portanto, determinante, na compreensão dos processos de mudança lingüística, bem como na reflexão sobre os fatores relevantes à configuração de um modelo de análise lingüística.
local.publisher.initialsUFMG

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