A concepção de território na saúde mental

dc.creatorJuarez Pereira Furtado
dc.creatorWagner Yoshizaki Oda
dc.creatorIgor da Costa Borysow
dc.creatorSilke Kapp
dc.date.accessioned2022-05-30T22:31:26Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:06:18Z
dc.date.available2022-05-30T22:31:26Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractThe term "territory" and its correlates have become commonplace in the field of Mental Health since the psychiatric reform, a potentially emancipatory milestone in non-hospital-centered ideals. However, in a previous empirical study, we found a lack of consistent concepts and practices (corresponding to the use of this term) in the territorial reinsertion of persons with mental illness. To clarify the term's various uses and its possible correlations in practice, we have conducted a systematic survey of scientific articles and official documents, comparing them to each other and with the concept of territory from Critical Geography. We conclude that in the Mental Health field in Brazil, despite numerous and repeated critical efforts, a functional notion of territory has prevailed, overlooking power relations and symbolic appropriations, increasing the tendency of subjecting the reinsertion of persons with mental illness to a given territory rather than favoring socio-spatial transformations for the coexistence of differences.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1590/0102-311X00059116
dc.identifier.issn1678-4464
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42093
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCadernos de Saúde Pública
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaúde mental
dc.subjectTerritorialidade humana
dc.subject.otherTerritorialidade
dc.subject.otherDesinstitucionalização
dc.subject.otherSaúde mental
dc.titleA concepção de território na saúde mental
dc.title.alternativeThe concept of territory in mental health
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue9
local.citation.volume32
local.description.resumoO termo território e seus derivados se tornaram correntes no campo da Saúde Mental desde a reforma psiquiátrica, marco de ideário não hospitalocêntrico e potencialmente emancipatório. No entanto, constatamos em pesquisa empírica anterior que a essa incorporação terminológica não corresponderam concepções e práticas coerentes de reinserção territorial de pessoas com sofrimento mental. Para esclarecer os diversos usos do termo e suas possíveis correlações na prática, realizamos um levantamento sistemático de artigos científicos e documentos oficiais, confrontando-os entre si e com o conceito de território da Geografia Crítica. Concluímos que no campo da Saúde Mental brasileira, à revelia de muitos e sempre renovados esforços críticos, tem prevalecido uma noção funcional de território, que omite relações de poder e apropriações simbólicas, aumentando a tendência de a reinserção de pessoas com sofrimento mental desembocar na sua sujeição ao território dado, em vez de favorecer transformações socioespaciais para o convívio com as diferenças.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.scielo.br/j/csp/a/mhkpNm87vhrXYBWKzy7psjy/?lang=pt

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