O léxico da cachaça em Salinas-MG
| dc.creator | Mauricio Alves de Souza Pereira | |
| dc.date.accessioned | 2021-03-25T19:25:31Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T22:53:49Z | |
| dc.date.available | 2021-03-25T19:25:31Z | |
| dc.date.issued | 2021-02-09 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/35419 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Língua portuguesa – Variação – Salinas (MG) | |
| dc.subject | Língua portuguesa – Lexicologia | |
| dc.subject | Mudanças linguísticas | |
| dc.subject | Língua portuguesa – Regionalismos –Salinas | |
| dc.subject | Sociolinguística | |
| dc.subject | Cachaça | |
| dc.subject | Língua portuguesa – Vocabulários, glossários, etc. | |
| dc.subject.other | Lexicologia | |
| dc.subject.other | Glossário | |
| dc.subject.other | Sociolinguística | |
| dc.subject.other | Salinas | |
| dc.subject.other | Cachaça | |
| dc.title | O léxico da cachaça em Salinas-MG | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Eduardo Tadeu Roque Amaral | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/1729968377186756 | |
| local.contributor.referee1 | Maria Cândida Trindade Costa Seabra | |
| local.contributor.referee1 | Marcio Sales Santiago | |
| local.creator.Lattes | http://lattes.cnpq.br/9354495017006526 | |
| local.description.resumo | A presente pesquisa tem como objetivo descrever o léxico da cachaça na região de Salinas, Minas Gerais, no intuito de observar em que medida o léxico de uma comunidade que lida com tal produto retrata a realidade sociocultural desse grupo e, a partir disso, construir um glossário com as lexias mais representativas do léxico da cachaça no município. A cidade de Salinas está localizada no norte do estado e recebe o título de capital nacional da cachaça, motivo pelo qual existe um léxico, construído social e historicamente, voltado ao produto e compartilhado pelos moradores do município. Para ancorar o estudo, lançamos mão das contribuições da Antropologia Linguística (DURANTI, 2000), da Sociolinguística (LABOV, 2008 [1972]; MILROY, 1980), da Lexicologia (BIDERMAN, 2001), da Lexicografia (KRIEGER, 2006) e do histórico da cachaça no Brasil (CÂMARA, 2004; SANDRE, 2004). Ancorados nos estudos de Sociolinguística Variacionista, realizamos a gravação e a transcrição de 14 entrevistas das zonas urbana e rural da cidade de Salinas, com homens e mulheres que trabalham no ramo da cachaça, das quais extraímos 272 lexias relacionadas à cachaça – ao plantio da cana, à produção e à comercialização da bebida. Para cada lexia, elaboramos uma ficha lexicográfica, constando a dicionarização (ou não) de cada item em nove obras dicionarísticas da língua portuguesa, desde o século XVIII à atualidade, processo que possibilitou a construção do glossário da cachaça da região de Salinas-MG. Após a análise dos dados, encontramos, no léxico da cachaça, fraseologismos, substantivos e verbos, dentre os quais 80% estão dicionarizados. Além disso, os vocábulos que compõem esse léxico apresentam origem em diversas línguas: como o latim, o tupi e línguas africanas. De mais a mais, os falantes salinenses apresentam formas sinonímicas variantes de cachaça, como branquinha, amarelinha, água que passarinho não bica, entre outras, evidenciando a riqueza lexical presente entre o grupo pesquisado. Por fim, constatamos a existência de um vocabulário regional marcado pelas influências culturais da região, sendo a cachaça um produto de suma importância não somente para a economia da cidade, mas também – e principalmente – para a cultura e a identidade dos salinenses. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FALE - FACULDADE DE LETRAS | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Programa de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos |