Fazendo covas na areia: desaprender para aprender, movimentos decoloniais na educação matemática

dc.creatorMichela Tuchapesk da Silva
dc.creatorCarolina Tamayo Osorio
dc.date.accessioned2024-07-15T19:03:22Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:53:36Z
dc.date.available2024-07-15T19:03:22Z
dc.date.issued2022-06-30
dc.description.abstractThe article aims to raise debates mobilizing mancala as a social practice and not as a game, in the sense of decolonizing extractive conceptions of African knowledge that have been generated by the use of Eurocentric epistemology as the standard of correction of all practices in the world. In this way, we propose to look at the mancala as a type of language game approaching the philosophy of the second Ludwig Wittgenstein, that is, as part of a therapeutic-grammatical-decolonial exercise in order to build oth-er “possible worlds”, other ways of educating in Afro-diasporic dialogues, which allow us to tension the imposition of the Eurocentric view on African practices. For this, we start from the understanding that there is mathemat-ical knowledge that manifests itself in different ways in all cultures and from the importance of epistemological detachment to enable dialogues between forms of life.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.21814/rpe.24272
dc.identifier.issn2183-0452
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/70588
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Portuguesa de Educação
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEtnomatemática
dc.subjectDecolonialidade
dc.subjectMatemática -- Estudo e ensino
dc.subject.otherMancala
dc.subject.otherDecolonialidade
dc.subject.otherEpistemologia Africana
dc.subject.otherJogos de linguagem
dc.subject.otherEtnomatemática
dc.titleFazendo covas na areia: desaprender para aprender, movimentos decoloniais na educação matemática
dc.title.alternativeDigging holes in the sand: unlearning to learn, decolonial movements in mathematics education
dc.title.alternativeCavando hoyos en la arena: desaprender para aprender, movimientos decoloniales en educación matemática
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage188
local.citation.issue1
local.citation.spage167
local.citation.volume35
local.description.resumoEste artigo tem como propósito levantar debates mobilizando a mancala como prática social e não como um jogo, no sentido de decolonizar concepções extrativistas do conhecimento africano que têm sido geradas pelo uso da epistemologia eurocêntrica como padrão de correção de todas as práticas do mundo. Deste modo, propomos olhar para a mancala como um tipo de jogo de linguagem nos aproximando da filosofia do segundo Ludwig Wittgenstein, isto é, como parte de um exercício terapêutico-gramatical-decolonial de modo a construir outros “mundos possíveis”, formas outras de educar em diálogos afrodiaspóricos, que possibilitem tensionarmos a imposição do olhar eurocêntrico sobre as práticas africanas. Para isto, partimos da compreensão de que há conhecimentos matemáticos que se manifestam de diferentes maneiras em todas as culturas e da importância do desprendimento epistemológico para possibilitar diálogos entre formas de vida.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6298-1137
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8478-7845
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistas.rcaap.pt/rpe/article/view/24272

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