Photophysics of ruthenium (II) complexes as potential photosensitizers in photodynamic therapy

dc.creatorJosé Geraldo Mendes Castro Júnior
dc.date.accessioned2024-06-21T11:48:44Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:50:33Z
dc.date.available2024-06-21T11:48:44Z
dc.date.issued2024-03-27
dc.description.abstractNeste trabalho fizemos estudos computacionais de três complexos de rutênio (II) como fotossensibilizadores em potencial para terapia fotodinâmica para o câncer (PDT). Como a maioria dos tratamentos são baseados em compostos derivados da porfirina, que apresenta baixa janela de absorção, os complexos de rutênio podem suprir tais limitações, o que poderia levar a uma mais efetiva aplicação da terapia fotodinâmica, com menos efeitos colaterais. O primeiro complexo, [Ru(NH3)4dppz]2+ (dppz = dipyrido[3,2-a:2’,3’-c]phenazine) foi usado em um estudo comparativo para melhor otimizar o método, já que sua estrutura é mais simples que os demais sistemas estudados. Os parâmetros estruturais e os resultados espectroscópicos mostraram que o funcional PBE0 foi mais efetivo para este tipo de estudo, pois os resultados estão mais de acordo com dados experimentais e corroborado por outros estudos na literatura com este tipo de complexo e funcional. Portanto, para os estudos posteriores, o funcional PBE0 foi utilizado. Resultados dos parâmetros estruturais mostraram diferenças significativas nas polaridades entre os diferentes estados e quando computados com o modelo CPCM, o que é esperado, já que os grupos amina do complexo interagem fortemente com a água. Os efeitos do solvente foram avaliados com base no modelo contínuo CPCM o por simulação clássica de Monte Carlo, mas neste caso, como o complexo apresenta fortes ligações de hidrogênio com a água, estudos adicionais são necessários para melhor entender a supressão da emissão deste complexo, já que este não deveria emitir luz em solução. Os parâmetros estruturais para [Ru(BPY)2dppz]2+ mostraram que os comprimentos de ligação e os ângulos foram similares, mas as polaridades foram bem diferentes, quando comparados os diferentes estados e o sistema em fase gasosa ou em solução aquosa. Estudos espectroscópicos mostraram que há três estados excitados tripletos com energia menor que o singleto S1, com forte acoplamento Spin-Órbita (SOC) entre os estados S1 com T2 e T3, sendo que T3 apresenta as maiores taxas de cruzamento intersistema (ISC), o que pode indicar um possível mecanismo de desativação via fosforescência. Este resultado indica que este complexo pode atuar em reações na PDT. [Ru(BPY)2(HAT)]2+ (HAT = 1,4,5,8,9,12-hexaazatriphenylene) apresentou resultados similares para os parâmetros estruturais quando comparado ao anterior, sendo que os comprimentos e ângulos de ligação variaram pouco, mas as polaridades variaram mais em relação aos estados fundamental, e estados excitados singleto e tripleto, e também em relação à aplicação do modelo contínuo de solvatação CPCM. Cálculos de SOC trouxeram entendimentos sobre a fluorescência e fosforescência do complexo, o que pode explicar o ISC e as reações subsequentes que podem ocorrer na PDT. Corroborando estes resultados, os estudos da termodinâmica das reações com espécies oxigenadas, nitrogenadas e monofosfato de guanosina mostraram que muitas destas reações são favoráveis, o que pode indicar que o complexo pode atuar na PDT tanto pelo mecanismo tipo I quando pelo tipo II.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/69356
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectFísico-química
dc.subjectFotoquimioterapia
dc.subjectFotossensibilização biológica
dc.subjectCompostos de rutênio
dc.subjectFuncionais de densidade
dc.subjectTermodinâmica
dc.subjectFluorescência
dc.subjectFosforescência
dc.subject.otherPhotodynamic therapy
dc.subject.otherPhotosensitizers
dc.subject.otherRuthenium complexes
dc.subject.otherDensity functional theory
dc.subject.otherTerapia fotodinâmica
dc.subject.otherFotossensibilizadores
dc.subject.otherComplexos de rutênio
dc.subject.otherTeoria do funcional da densidade
dc.titlePhotophysics of ruthenium (II) complexes as potential photosensitizers in photodynamic therapy
dc.title.alternativeFotofísica de complexos de rutênio (II) como potenciais fotossensibilizadores em terapia fotodinâmica
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Willian Ricardo Rocha
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5873636553295704
local.contributor.referee1Wagner Batista de Almeida
local.contributor.referee1Teodorico de Castro Ramalho
local.contributor.referee1Maria Helena de Araujo
local.contributor.referee1Guilherme Ferreira de Lima
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7047009211423547
local.description.embargo2026-03-27
local.description.resumoIn this work we performed the computational studies of three ruthenium (II) polypyridyl complexes as potential photosensitizers in photodynamic therapy for cancer. Since the majority of the treatments are based on porphyrin derived compounds, which presente low absorption window, ruthenium complexes may overcome such limitations, which could lead to a more effective application of photodynamic therapy with fewer side effects. The first complex, [Ru(NH3)4dppz]2+ (dppz = dipyrido[3,2-a:2’,3’-c]phenazine) was used for the benchmark of our computational methods due to it simpler structure compared to the other complexes. The structural parameters and the spectroscopic results showed that the PBE0 functional was better suited for this type of study since it is in more agreement with experimental dada and was corroborated by other studies with this functional and this type of complex in the literature. Thus, this functional was used throughout all the subsequent studies. Structural results showed several differences in polarity between states and when computed with the CPCM model, which is expected, since the ammine groups interact strongly with the water from the solvent. Solvent effects were evaluated based on the continuum model (CPCM) and with a classic Monte Carlo Simulation, but in this case, with strong hydrogen bonds between water and the solute, further studies are needed to better understand the quenching of the emission of this complex, since it should not emit light when in solution. The structural parameters for the complex [Ru(BPY)2dppz]2+ showed that bond lengths and angles were very similar, but the polarities were quite different, when comparing ground and excited states and the system in gas phase or in aqueous solution. Spectroscopic studies showed three triplet excited state lower in energy than the first singlet excited state, with strong coupling between the S1 and T2 and T3 states, with T3 with the higher ISC rates, which could indicate a deactivation pathway via phosphorescence for this complex. This result may indicate that the complex may undergo in PDT reactions. [Ru(BPY)2(HAT)]2+ (HAT = 1,4,5,8,9,12-hexaazatriphenylene) presented similar results for structural parameters compared to the previous complex, but diverged largely in polarity when comparing the ground, singlet, and triplet excited states and in gas phase or in aqueous solution. Spin-orbit coupling calculations provided insight into the fluorescence and phosphorescence of the complex, which can explain the intersystem crossing and the subsequent reactions that may occur in photodynamic therapy for cancer. Corroborating these results, the thermodynamic reaction studies for this complex with oxygen species, nitrogen species, and guanosine monophosphate showed that many of these reactions are favorable which could indicate that it can react via both Type I and Type II PDT mechanisms.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0008-1741-4900
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICX - DEPARTAMENTO DE QUÍMICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Química

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