Mímica, suplemento, carnavalização: uma leitura de Grande Sertão: Veredas

dc.creatorLuciene Pereira
dc.date.accessioned2019-08-13T20:16:11Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:10:31Z
dc.date.available2019-08-13T20:16:11Z
dc.date.issued2010-12-20
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-8CCHYC
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBakhtin, M M (Mikhail Mikhailovitch), 1895-1975 Crítica e interpretação
dc.subjectRosa, João Guimarães, 1908-1967 Grande sertão : veredas Crítica e interpretação
dc.subjectLiteratura brasileira Historiografia
dc.subjectRegionalismo na literatura
dc.subjectCarnavalização (Literatura)
dc.subjectBhabha, Homi K, 1949- Crítica e interpretação
dc.subjectModernidade
dc.subjectMímica
dc.subjectLiteratura
dc.subjectViagem na literatura
dc.subject.othermímica
dc.subject.othersuplemento
dc.subject.othercarnavalização
dc.titleMímica, suplemento, carnavalização: uma leitura de Grande Sertão: Veredas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Myriam Correa de Araujo Avila
local.contributor.referee1Claudia Campos Soares
local.contributor.referee1Telma Borges da Silva
local.description.resumoEsta dissertação visa a realizar uma leitura do romance Grande Sertão: Veredas (1956), escrito por João Guimarães Rosa (1908-1967), à luz dos conceitos: mímica (H. K. Bhabha), suplemento (J. Derrida) e carnavalização (M. M. Bakhtin). Nessa discussão, os três conceitos norteiam a lógica argumentativa da análise do romance com o sentido de discutir as relações de força articuladas na escrita literária no momento em que esta tem de se medir direta ou indiretamente com questões da ordem do poder. Além dos três conceitos em questão, apontamentos em torno de temas como dialogismo, autoridade, tradução cultural, literatura de viagem, história oficial, historiografia literária brasileira, estranhamento, subalternidade, hegemonia, ambivalência e zona cinzenta, permitem argumentar que ao representar uma outra face da história do sertão mineiro - que no universo extraliterário apresenta-se silenciosa, apócrifa e proscrita - a narrativa opera um aproveitamento de elementos dessa história e local de cultura
local.publisher.initialsUFMG

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