Origens, excepcionalidade e protecionismo: a agricultura no processo de integração regional da Europa

dc.creatorPatrícia Nasser de Carvalho
dc.date.accessioned2021-07-23T19:01:13Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:07:09Z
dc.date.available2021-07-23T19:01:13Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractThis paper aims to discuss the origins, the exceptional character and the protectionism of agriculture in the process of regional integration of Europe. Drawing on the analysis of the context of the immediate post World War II, it analyzes what were the key factors of the Common Agricultural Policy (CAP), institutionalized in 1962, and its consequences until the early 1990s. Although symbolic for several reasons, CAP was conceived and operationalized without a Community political governance structure that would allow the building of a true unity of European people and states. Therefore, CAP instruments produced major productive and budgetary imbalances, trade diversions, deepening inequalities, internal controversies and conflicts of interest. Despite the incongruities, the protectionist structure of the CAP was retained without structural changes until the 1990s.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.30612/rmufgd.v8i16.8967
dc.identifier.issn23168323
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/36915
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofMonções: Revista de Relações Internacionais da UFGD
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectUnião Europeia
dc.subjectIntegração regional
dc.subjectAgricultura e Estado
dc.subject.otherUnião Europeia
dc.subject.otherIntegração regional
dc.subject.otherAgricultura
dc.subject.otherPolítica agrícola comum
dc.titleOrigens, excepcionalidade e protecionismo: a agricultura no processo de integração regional da Europa
dc.title.alternativeOrigins, exceptionality and protectionism: agriculture in the Europe's regional integration process
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage423
local.citation.issue16
local.citation.spage387
local.citation.volume8
local.description.resumoEste paper tem como objetivo discutir as origens, o caráter de excepcionalidade e o protecionismo da agricultura no âmbito do processo de integração regional da Europa. A partir da análise do contexto do imediato pós-Segunda Guerra Mundial, são analisados quais foram os determinantes da Política Agrícola Comum (PAC), institucionalizada em 1962, e suas consequências até o início dos anos 1990. Apesar de simbólica por diversas razões, demonstra-se que a PAC foi gestada e operacionalizada sem uma estrutura de governança política comunitária que possibilitasse a construção de uma verdadeira unidade de povos e Estados europeus. Em vista disso, os instrumentos da PAC produziram grandes desequilíbrios produtivos e orçamentários, desvios de comércio, aprofundamento das desigualdades, controvérsias internas e conflitos de interesses. A despeito das incongruências, a estrutura protecionista da PAC foi conservada sem mudanças efetivamente estruturais até a década de 1990.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://ojs.ufgd.edu.br/index.php/moncoes/article/view/8967

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