A agilidade vocal das coloraturas: uma abordagem histórico-estilística, fisiológica e didático-pedagógica

dc.creatorDiego de Almeida Pereira
dc.date.accessioned2021-04-15T14:44:53Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:18:33Z
dc.date.available2021-04-15T14:44:53Z
dc.date.issued2021-01-25
dc.description.abstractBy qualifying the vocal coloraturas as a type of agile singing in the classical music tradition, this research sought to address its various facets, within its historical-stylistic, physiological, and didactic-pedagogical perspectives. To present the development of the coloratura, over time, in repertoires of European and Brazilian composers – establishing the melismatic style of the Middle Ages and the Renaissance flowery style as their points of origin – we consider it to be an important technical-vocal and stylistic trait of the so-called Italian school of singing (or bel canto). Thus, we analyzed the coloratura in early treatises of singing, whose publications cover the second half of the 16th century until the end of the 19th century. Also, in dialogue with more recent authors, we were able to investigate the different nomenclatures and typologies of vocal agility employed from the Renaissance to the present days, in addition to listing important guidelines and prescriptions aimed at their training and improvement. Moreover, we seek to bring up a discussion about the presumed innate ability to perform coloraturas, assumed by ancient writers, being contrasted by issues related to neuromuscular control and versatility in the practice of singing, in light of modern knowledge on physiology and neurophysiology human vocal production, as well as the training and improvement of the sung voice. By highlighting the coloraturas as rhetorical-musical figures in different repertoires, we were able to recognize not only their required technical-vocal refinement but also their dramatic and eloquent content, which leads us to believe that such ability demands other interpretive tools inherent to the performance of singing, such as the corporal expressiveness of gestures and features. This study also aimed to offer pedagogical aids that can optimize the didactics, regarding the practice of vocal coloraturas in modern teaching of singing.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/35711
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectPerformance musical
dc.subjectCanto - Interpretação (Fraseado, dinâmica, etc.)
dc.subjectCanto - Instrução e estudo
dc.subject.otherAgilidade vocal e coloratura
dc.subject.otherTécnicas na pedagogia do canto
dc.subject.otherPráticas de performance musical
dc.titleA agilidade vocal das coloraturas: uma abordagem histórico-estilística, fisiológica e didático-pedagógica
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Fausto Borém
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5589268218426587
local.contributor.referee1Angelo José Fernandes
local.contributor.referee1Sérgio Anderson de Moura Miranda
local.contributor.referee1Mônica Pedrosa de Pádua
local.contributor.referee1Luciana Monteiro de Castro Silva Dutra
local.contributor.referee1Mauro Camilo de Chantal Santos
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8571542485255906
local.description.resumoAo qualificar as coloraturas vocais como um tipo de canto de agilidade, na tradição musical de concerto, a presente pesquisa procurou abordar suas várias facetas, dentro de perspectivas histórico-estilísticas, fisiológicas e didático-pedagógicas. Na tentativa de situá-las paralelamente ao desenvolvimento da arte do canto, ao longo do tempo, em repertórios de compositores europeus e brasileiros – estabelecendo o estilo melismático da Idade Média e o estilo florido renascentista como seus pontos de origem – consideramo-la como importante traço técnico-vocal e estilístico da chamada escola italiana de canto (ou bel canto). Assim, analisamo-las em tratados antigos de canto, cujas publicações abrangem a segunde metade do século XVI até o final do século XIX. Ademais, dialogando com autores mais recentes, pudemos averiguar as diferentes nomenclaturas e tipologias da agilidade vocal empregadas desde o Renascimento até os dias atuais, além de elencar importantes orientações e prescrições voltadas para o seu treinamento e aperfeiçoamento. Além disso, buscamos trazer à tona uma discussão a respeito da pressuposta capacidade inata de realizar coloraturas, colocada por tratadistas antigos, sendo contrastada por questões relacionadas ao controle neuromuscular e à versatilidade na prática do canto, à luz de conhecimentos modernos sobre a fisiologia e a neurofisiologia da produção vocal humana, bem como do treinamento e do aperfeiçoamento da voz cantada. Evidenciando as coloraturas como figuras retórico-musicais em repertórios diversos, pudemos reconhecer não somente o seu requerido refinamento técnico-vocal, mas também o seu teor dramático e eloquente, o que nos leva a crer que tal habilidade envolve outras ferramentas interpretativas inerentes à performance do canto, como a expressividade corporal de gestos e feições. Este estudo também objetivou oferecer subsídios pedagógicos que possam otimizar a didática, referente à prática das coloraturas vocais no ensino moderno do canto.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMUSICA - ESCOLA DE MUSICA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Música

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