Uma reflexão sobre a atuação de uma coletiva de mulheres negras ana perspectiva da decolonialidade

dc.creatorCarmem Lúcia Eiterer
dc.creatorTatiana Neves da Silva
dc.date.accessioned2024-10-01T20:11:28Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:54:25Z
dc.date.available2024-10-01T20:11:28Z
dc.date.issued2022-08-23
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.12957/periferia.2022.65014
dc.identifier.issn1984-9540
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/77100
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofPeriferia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNegras
dc.subjectDecolonialidade
dc.subjectInclusão social
dc.subject.otherMulheres negras
dc.subject.otherFeminismo negro
dc.subject.otherDecolonialidade
dc.titleUma reflexão sobre a atuação de uma coletiva de mulheres negras ana perspectiva da decolonialidade
dc.title.alternativeA reflection on the performance of a collective of black women in the perspective of decoloniality
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage133
local.citation.issue2
local.citation.spage115
local.citation.volume14
local.description.resumoA luta das mulheres negras por inclusão e justiça social, tem sido historicamente marcada por desafios, tensões e avanços. A partir da década de 1970, vemos a efervescência das organizações de mulheres negras no Brasil, na resistência às opressões, desigualdades sociais, e pela visibilidade de suas narrativas nos diversos espaços sociais. Diante do silenciamento e invisibilidade impostos pela branquitude: hegemônica, eurocêntrica, racista, colonial, as mulheres negras refletem juntas, sobre os enfrentamentos a esse sistema, à colonialidade do poder, saber e ser (QUIJANO,2005). Nesse sentido, o objetivo deste trabalho é refletir a respeito das estratégias de superação das desigualdades e de busca por justiça social, engendradas por uma Coletiva de Mulheres Negras, atuante em um Aglomerado de Belo Horizonte, capital do estado de Minas Gerais. Essa coletiva afeta mulheres, em sua maioria negras, da periferia em que está sediada. Esses afetos (ações) são pensados no sentido do cuidado e autocuidado, da potencialização da educação antirracista, da tentativa de diminuição da insegurança alimentar, ainda mais presente no cenário da Pandemia de COVID-19. Nessa direção, verifica-se que essa organização de mulheres alcança e acolhe um território, que fica à margem das ações do poder público. Dessa forma, a única atuação ostensiva do Estado é observada na força policial, que em diversas ocasiões, mostra-se de forma violenta na periferia. Para tecer as reflexões pretendidas nesse artigo, estabelece-se diálogo com o feminismo negro decolonial e com autores que nos auxiliam a compreender a dimensão interseccional de raça, gênero e classe social.
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0002-6978-155X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9943-3505
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.e-publicacoes.uerj.br/periferia/article/view/65014

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