Associação de práticas projetuais e construtivas associadas no ensino de arquitetura

dc.creatorMarcela Silviano Brandão Lopes
dc.creatorRejane Magiag Loura
dc.creatorSofia Araújo Lima Bessa
dc.date.accessioned2022-07-28T18:21:47Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:56:50Z
dc.date.available2022-07-28T18:21:47Z
dc.date.issued2018
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.isbn9789877023114
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43756
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso de Escolas e Faculdades Públicas de Arquitetura da América do Sul
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAlvenaria
dc.subjectTecnologia
dc.subjectProjeto arquitetônico
dc.subject.otherAlvenaria
dc.subject.otherCoordenação modular
dc.subject.otherTransferência de tecnologia
dc.subject.otherAutoconstrução
dc.titleAssociação de práticas projetuais e construtivas associadas no ensino de arquitetura
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage1118
local.citation.issue22
local.citation.spage1109
local.description.resumoEste trabalho pretendeu discutir os processos pedagógicos voltados para aproximação entre a prática construtiva e a prática projetual, tendo o bloco maciço produzido com terra crua como elemento articulador. Esse componente foi o ponto inicial para elaboração de um projeto arquitetônico em uma ocupação urbana autoconstruída. Esse contexto levou para a sala de aula a discussão sobre a autoconstrução, a transferência de tecnologia e os desafios para melhoria dessa prática. Por meio desta abordagem, foi possível tratar da redução do desperdício no canteiro a partir dos pressupostos da coordenação modular. As disciplinas foram desenvolvidas com alternância de aulas experimentais em canteiro e aulas em sala para desenvolvimento projetual. Além dos conhecimentos técnicos relativos às propriedades da terra como material de construção, também foram discutidos aspectos relativos à estanqueidade, ao conforto termo-acústico e ao reaproveitamento dos resíduos na construção. Nas aulas experimentais, os alunos produziram blocos de terra comprimida e adobes utilizando resíduos de construção e rejeitos de minério de ferro em substituição à areia. A opção por se trabalhar com autoconstrução agregou responsabilidade social à prática projetual, além do desafio de desenvolver uma representação arquitetônica que permita que os desenhos possam ser compreendidos e executados de maneira mais interativa e dialógica. Os resultados desse esforço apontaram para a necessidade de se articular, nos currículos dos cursos de arquitetura e urbanismo, disciplinas que integrem aspectos técnicos ao desenvolvimento dos projetos arquitetônicos, sem perder de vista suas implicações sobre a apropriação sócio-ambiental dos territórios no Brasil.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://rephip.unr.edu.ar/xmlui/handle/2133/13849

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