Avaliação da sensibilidade in vitro de Sporothrix brasiliensis frente à bases de Schiff para o desenvolvimento de novos fármacos para o tratamento da esporotricose felina.

dc.creatorPriscila Natália Pinto
dc.date.accessioned2021-09-08T12:17:48Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:57:37Z
dc.date.available2021-09-08T12:17:48Z
dc.date.issued2021-03-23
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/37934
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subject.otherFelinos
dc.subject.otherzoonose
dc.titleAvaliação da sensibilidade in vitro de Sporothrix brasiliensis frente à bases de Schiff para o desenvolvimento de novos fármacos para o tratamento da esporotricose felina.
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Kelly Moura Keller
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1939748362188959
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8521848289973813
local.description.resumoSporothrix brasiliensis é o principal agente da esporotricose felina zoonótica no Brasil. Dada a escassez de opções para o tratamento da esporotricose felina e a atividade antifúngica promissora das bases de Schiff, este estudo teve como objetivo avaliar a suscetibilidade in vitro de isolados clínicos de Sporothrix brasiliensis frente à diferentes bases de Schiff, tendo o itraconazol como fármaco controle. Dez isolados clínicos de S. brasiliensis em sua forma filamentosa e leveduriforme foram submetidos ao método de microdiluição em caldo para avaliar a suscetibilidade a doze bases de Schiff derivadas da 4-aminodifenilamina. As concentrações avaliadas variaram de 1 a 128 mg/L, tendo o itraconazol (0,125 -16 mg/L) como controle. Foi adotado o protocolo do Clinical and Laboratory Standards Institute (CLSI) com modificações (M38-A2 e M27-A3). Dentre as doze bases de Schiff avaliadas, a codificada como 7F3 apresentou o melhor resultado para a forma filamentosa, com concentração inibitória mínima (minimum inhibitory concentration, MIC) variando de 8-32 mg/L. Na sequência, as codificadas como 7G1 (MIC 16-64 mg/L), 7F6 (MIC 32-64 mg/L) e 7F2 (MIC 32-64 mg/L), também apresentaram resultados promissores. As bases 7F1, 7F2 e 7F6 foram mais eficazes para a forma leveduriforme, todos com MIC de 16-32 mg/L. Em relação ao itraconazol, houve uma diferença no perfil de suscetibilidade entre as formas filamentosas e leveduriforme. Os isolados de S. brasiliensis na forma filamentosa apresentaram sensibilidade de 100% ao itraconazol, com MIC ≤0,125 mg/L. Porém, todos os isolados da forma leveduriforme apresentaram maior resistência ao itraconazol, com MIC de 4-8 mg/L. Na comparação pareada das bases de Schiff, a MIC observada para o itraconazol foi estatisticamente igual à MIC observada para a base 7F3 (P>0,05).
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-7577-1879
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentVET - DEPARTAMENTO DE MEDICINA VETERINÁRIA PREVENTIVA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciência Animal

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AVALIAÇÃO DA SENSIBILIDADE IN VITRO DE Sporothrix brasiliensis FRENTE À BASES DE SCHIFF PARA O DESENVOLVIMENTO DE NOVOS FÁRMACOS PARA O TRATAMENTO DA ESPOROTRICOSE FELINA.pdf
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