Socioeconomic inequalities in physical activity in Brazil: a pooled cross-sectional analysis from 2013 to 2019

dc.creatorGerson Ferrari
dc.creatorPedro Toteff Dulgheroff
dc.creatorRafael Moreira Claro
dc.creatorLeandro F. M. Rezende
dc.creatorCatarina Machado Azeredo
dc.date.accessioned2024-03-19T14:35:55Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:01:19Z
dc.date.available2024-03-19T14:35:55Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractContexto: A informação sobre as desigualdades socioeconómicas na atividade física ao longo do tempo é escassa nos países de baixo e médio rendimento. Neste estudo, examinamos as tendências nas desigualdades educacionais em atividade física em adultos do Brasil entre 2013 e 2019. Métodos: Foram analisados ​​dados de sete estudos transversais incluindo 359.038 adultos (≥ 18 anos) do estudo VIGITEL realizado anualmente de 2013 a 2019. Os participantes responderam a um questionário sobre atividade física (total, lazer e deslocamento). As desigualdades educacionais por sexo e cor da pele foram avaliadas por meio de medidas absolutas (índice de inclinação da desigualdade – SII) e relativas (índice de concentração – CIX). Resultados: Encontramos grandes desigualdades absolutas e relativas para a atividade física no lazer, favorecendo aqueles com maior escolaridade (SII2019 = 35,4; CIX2019 = 11,82). O deslocamento ativo foi mais prevalente nos grupos de escolaridade intermediária, com leve desigualdade em relação ao grupo menos escolarizado (SII2019 = -2,8; CIX2019 = -0,4). De 2013 a 2019, a desigualdade educacional absoluta na atividade física (total, lazer e deslocamento) permaneceu inalterada; no entanto, a disparidade relativa de desigualdade diminuiu para a actividade física total (CIX: 8,4 em 2013 para 5,5 em 2019) e para a actividade física de lazer (CIX: 18,3 em 2013 para 11,8 em 2019). A desigualdade educacional aumentou na atividade física no lazer entre mulheres e indivíduos não brancos, enquanto diminuiu entre homens e indivíduos brancos; para o deslocamento ativo, a desigualdade diminuiu entre as mulheres e aumentou entre os homens e os brancos. Conclusões: A desigualdade na atividade física total e na atividade física no lazer favorece os grupos mais escolarizados no Brasil. Ao longo do tempo, a desigualdade educacional relativa diminuiu para a atividade física total e nos tempos livres, enquanto não foram encontrados progressos para a desigualdade absoluta.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.1186/s12939-021-01533-z
dc.identifier.issn1475-9276
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/66062
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofInternational journal for equity in health
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDesigualdade social
dc.subjectExercício físico
dc.subjectAtividades de lazer
dc.subjectAdulto
dc.subject.otherInequality
dc.subject.otherPhysical activity
dc.subject.otherLeisure
dc.subject.otherCommuting
dc.subject.otherAdults
dc.titleSocioeconomic inequalities in physical activity in Brazil: a pooled cross-sectional analysis from 2013 to 2019
dc.title.alternativeDesigualdades socioeconômicas na atividade física no Brasil: uma análise transversal agrupada de 2013 a 2019
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.volume20
local.description.resumoBackground: Information on socioeconomic inequalities in physical activity over time is sparse in low- to middle-income countries. In this study, we examined trends in physical activity educational inequalities in adults from Brazil between 2013 and 2019. Methods: We analyzed data from seven cross-sectional studies including 359,038 adults (≥ 18 years) from the VIGITEL study conducted annually from 2013 to 2019. Participants responded to a questionnaire about physical activity (total, leisure, and commuting). Educational inequalities by sex and skin color were assessed through absolute (slope index of inequality – SII) and relative measures of inequality (concentration index – CIX). Results: We found large absolute and relative inequalities for leisure-time physical activity, favoring those with higher educational attainment (SII2019 = 35.4; CIX2019 = 11.82). Active commuting was more prevalent in intermediate education groups, with a slight inequality toward the less educated group (SII2019 = -2.8; CIX2019 = -0.4). From 2013 to 2019, the absolute educational inequality in physical activity (total, leisure, and commuting) remained unchanged; however, the relative inequality gap narrowed for total physical activity (CIX: 8.4 in 2013 to 5.5 in 2019) and leisure-time physical activity (CIX: 18.3 in 2013 to 11.8 in 2019). Educational inequality increased in leisure-time physical activity among women and non-white individuals, while it reduced among men and white individuals; for active commuting, inequality decreased among women, and increased among men and white individuals. Conclusions: Inequality in total physical activity and leisure-time physical activity favors the most educated groups in Brazil. Over time, relative educational inequality decreased for total and leisure-time physical activity, while no progress was found for absolute inequality.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-3177-6576
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8429-7902
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9690-575X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7469-1399
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-6189-4429
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENF - DEPARTAMENTO DE NUTRIÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://equityhealthj.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12939-021-01533-z

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