Evolução e gênese do minério de ferro hidrotermal nos depósitos da Serra Norte, Província Mineral de Carajás

dc.creatorRosaline Cristina Figueiredo e Silva
dc.date.accessioned2019-08-10T04:58:05Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:09:48Z
dc.date.available2019-08-10T04:58:05Z
dc.date.issued2009-01-30
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/MPBB-7VWNN7
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDepósitos hidrotermais
dc.subjectGeologia econômica
dc.subjectMinérios de ferro Carajás, Serra dos, Região (PA)
dc.subject.otherCarajás
dc.subject.otherminério de ferro duro
dc.subject.otheralteração hidrotermal
dc.subject.otherhipogênico
dc.titleEvolução e gênese do minério de ferro hidrotermal nos depósitos da Serra Norte, Província Mineral de Carajás
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Lydia Maria Lobato
local.contributor.referee1Lena Virgínia Soares Monteiro
local.contributor.referee1Steffen Hagemann
local.contributor.referee1Isidoro Schalamuk
local.contributor.referee1João Orestes Schneider Santos
local.description.resumoA presente tese trata da evolução e gênese do minério de ferro hidrotermal dos gigantes depósitos N1, N4E, N4W, N5E e N5S da Serra Norte, localizados na Província Mineral de Carajás, Pará. O objetivo principal consiste no entendimento e estabelecimento de um modelo genético hidrotermal para formação do minério tipo compacto nos depósitos de ferro da Serra Norte, com base em amostras de jaspilitos mineralizados com diferentes graus de alteração, e variados tipos de minério compacto. Diversas técnicas analíticas são utilizadas, sendo a maior parte inédita para os depósitos estudados, como: (i) estudos de química mineral baseado em análises in situ de óxidos de ferro (magnetita e hematitas) através de laser ablation ICP-MS; (ii) estudos de inclusões fluidas (P, T, composição, fonte) em quartzo e carbonato de veios e brechas por microtermometria, cromatrografia iônica e laser ablation ICP-MS; (iii) estudos isotópicos que incluem isótoposradiogênicos de estrôncio em carbonatos (calcita, dolomita), isótopo estável de oxigênio em magnetita, variados tipos de hematita, jaspilitos e quartzo, isótopo estável de enxofre em sulfetos (pirita e calcopirita) e isótopo estável de hidrogênio em inclusões fluidas aprisionadas em quartzo de diferentes tipos de veio-brechas. Os resultados obtidos, aliados à mineralogia detalhada e estudos de paragêneses minerais, são utilizados para estalecer os processos e fontes de fluidos queproporcionaram o enriquecimento do jaspilito para formar minério duro de alto teor (> 64% Fe). Três zonas de alteração hidrotermal são estabelecidas, distal, intermediária e proximal, com base nos estudos petrográficos e geoquímicos. O modelo hidrotermal de mineralização magmáticometeórico proposto para formação do minério hipogênico a partir do protominério jaspilítico é substancialmente diferente de modelos de formação de minérios de ferro da Província de Hamersleyna Austrália ou do Quadrilátero Ferrífero, mas tem uma provável associação genética com os inúmeros depósitos de Cu-Au magmático-hidrotermais proterozóicos na Província Mineral Carajás.O novo modelo hidrotermal tem ainda significante implicação para a exploração de minérios de ferro cobertos por outras sequências e/ou para a exploração de extensões profundas de corpos de minérios rasos, já existentes. A distinção de zonas de alteração hidrotermal, inclusive nas rochas máficas encaixantes, assim como a identificação de minerais- e elementos-guia, como REE, Ca, Na, Fe e S, também são parâmetros de exploração de suma importância nesses depósitos.
local.publisher.initialsUFMG

Arquivos

Pacote original

Agora exibindo 1 - 1 de 1
Carregando...
Imagem de Miniatura
Nome:
tesedoutorado_rosalinecfigueiredoesilva_excetoanexo2.pdf
Tamanho:
11.64 MB
Formato:
Adobe Portable Document Format