Uso prejudicial e dependência de álcool e outras drogas na agenda da saúde pública: um estudo sobre o processo de constituição da política pública de saúde do Brasil para usuários de álcool e outras drogas

dc.creatorAna Regina Machado
dc.date.accessioned2019-08-14T11:39:36Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:39:45Z
dc.date.available2019-08-14T11:39:36Z
dc.date.issued2006-02-22
dc.description.abstractThis study takes on as its object the process of creation of the public health policy for the user of alcohol and other drugs, established in the year 2003. Assuming beforehand that health policies are not established exclusively from the need of a special attention to issues involving health, the effort was to identify the factors and conditions that made possible the creation of the public health policy for the user of alcohol and other drugs. The study made use of the semi-structured interview as the privileged source, added by a bibliographical and documentary research. Asample was represented by nine key-informants, selected according to their participation in the investigated process. Results show that the establishment of a public health policy for the user of alcohol and other drugs became possible through technical, political and ideologicaladvancements made viable by the implementation of the Public Healthcare System (SUS Sistema único de saúde), the AIDS prevention policy especially the damage reduction program and the reformulation policy applied to the attention for mental health. These advancements contributed so that the health administrators, on a national level, could approach the prejudicial use and addiction of alcohol and other drugs as public health issues, and not through a moral oranti-drug perspective. Beyond these favorable conditions, the study shows that the policy was established inside a context marked by the growth of the financial impact brought by problems related to the use of alcohol and other drugs to the public health sector and the impact of these problems to the populations health and to Brazilian society.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECJS-6Y7K78
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPolítica de saúde/economia
dc.subjectBrasil
dc.subjectTranstornos relacionados ao uso de substâncias
dc.subjectSistema Único de Saúde
dc.subjectSaúde pública
dc.subjectTranstornos relacionados ao uso de álcool
dc.subjectPolítica de saúde/tendências
dc.subjectDrogas ilícitas
dc.subjectPolítica de saúde/história
dc.subjectSíndrome de imunodeficiência adquirida/prevenção & controle
dc.subjectSaúde mental
dc.subjectFormulaçao de políticas
dc.subject.otherPolíticas públicas
dc.subject.otherÁlcool
dc.subject.otherFormulação de políticas
dc.subject.otherDrogas ilícitas
dc.subject.otherPolítica de saúde
dc.subject.otherAbuso de drogas
dc.titleUso prejudicial e dependência de álcool e outras drogas na agenda da saúde pública: um estudo sobre o processo de constituição da política pública de saúde do Brasil para usuários de álcool e outras drogas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Paulo Sergio Carneiro Miranda
local.contributor.referee1MARCELO SANTOS CRUZ
local.contributor.referee1Delcio da Fonseca Sobrinho
local.description.resumoEste estudo tem como objeto o processo de constituição da política pública de saúde do Brasil para usuários de álcool e outras drogas, estabelecida no ano de 2003. Partindo do pressuposto de que as políticas de saúde não são estabelecidas exclusivamente a partir das necessidades de atenção em saúde, buscou-se identificar os fatores e as condições que possibilitaram o surgimento da política pública de saúde para usuários de álcool e outras drogas. O estudo utilizou a entrevista semi-estruturada como fonte privilegiada, além da pesquisa bibliográfica e documental. Estabeleceu-se uma amostra composta por nove informantes-chaves, selecionados em função da participação que tiveram no processo investigado. Os resultados do estudo mostraram que o estabelecimento da política pública de saúde para usuários de álcool e outras drogas tornou-se possível a partir dos avanços técnicos, políticos e ideológicos viabilizados pela implementação do Sistema Único de Saúde (SUS), da política de prevenção de AIDS - especialmente dos programas de redução de danos - e da política de reestruturação da atenção em saúde mental. Esses avanços contribuíram para que os gestores de saúde, no âmbito nacional, pudessem abordar o uso prejudicial e a dependência de álcool e outras drogas como problemas de saúde pública e não a partir de uma perspectiva moralista ou antidrogas. Além dessas condições favoráveis, o estudo mostrou que essa política foi estabelecida em um cenário marcado pelo crescimento do impacto financeiro dos problemas associados ao consumo de álcool e outras drogas no setor público desaúde e do impacto desses problemas na saúde da população e na sociedade brasileira.
local.publisher.initialsUFMG

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