Um outro lado da mímesis: a poética dantesca de Cristoforo Landino
| dc.creator | Thiago César Viana Lopes Saltarelli | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-11T16:39:02Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:07:25Z | |
| dc.date.available | 2019-08-11T16:39:02Z | |
| dc.date.issued | 2013-08-29 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/ECAP-9B3K2V | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Dante, Alighieri, 1265-1321 Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Mimese na literatura | |
| dc.subject | Fantasia na literatura | |
| dc.subject | Renascença | |
| dc.subject | Retórica | |
| dc.subject | Simbolismo na literatura | |
| dc.subject | Platonismo | |
| dc.subject | Poética | |
| dc.subject | Landino, Cristoforo, 1424-1504 Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Poesia História e crítica | |
| dc.subject.other | Mímesis | |
| dc.subject.other | Retórica | |
| dc.subject.other | Poética | |
| dc.subject.other | Furo poeticus | |
| dc.subject.other | Alegoria | |
| dc.subject.other | Fantasia | |
| dc.title | Um outro lado da mímesis: a poética dantesca de Cristoforo Landino | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor1 | Jacyntho Jose Lins Brandao | |
| local.contributor.referee1 | Marcus Vinicius de Freitas | |
| local.contributor.referee1 | Carlos Antonio Leite Brandao | |
| local.contributor.referee1 | Adma Fadul Muhana | |
| local.contributor.referee1 | Helvio Gomes Moraes Júnior | |
| local.description.resumo | A partir das considerações de Luiz Costa Lima sobre a questão da mímesis no Renascimento e de sua proposição de que é possível identificar, no período, dois paradigmas de atuação daquela categoria a saber, um baseado na imitatio retórica de autoridades modelares, a qual subordina a poesia ao verossímil; e outro baseado na preeminência do fato, subordinando a poesia à história e ao verdadeiro factual esta tese pretende reivindicar a possibilidade de existência de um terceiro paradigma, fundamentado nas categorias do furor poeticus, da phantasía e da alegoria, o qual admite e mesmo enaltece o inverossímil e o paradoxal. Para tanto, procedemos ao diálogo entre a visão geral e teorizante de Luiz Costa Lima e os estudos especializados e historicamente fundamentados das poéticas e retóricas da época, à maneira de João Adolfo Hansen e outros pesquisadores. Para essa segunda via, focalizamos o Quattrocento florentino e os autores ligados à Accademia Platonica di Careggi, nos quais emergem o platonismo e as retóricas helenísticas, recém-descobertas, como contraponto ao aristotelismo escolástico e ao costume retórico latino, que dominavam as considerações sobre a poesia nos séculos precedentes. Deste contexto mais amplo, passamos ao pormenor da obra de Cristoforo Landino, com ênfase numa definição de poesia elaborada por ele na Prolusione dantesca, discurso pronunciado no Studium Generale de Florença para apresentar suas pesquisas sobre a obra de Dante. Tal definição será analisada à luz de categorias retórico-poéticas coetâneas do autor, e, a partir dessa análise, espera-se construir um novo paradigma teórico que suplemente as considerações de Luiz Costa Lima. A hipótese que defendemos nasce, portanto, no interstício entre a mirada ampla das reflexões sobre a poesia da teoria literária e a especialização dos estudos historicamente embasados das poéticas e retóricas antigas. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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