What we know about management and organisation of primary dental care in Brazil

dc.creatorTatiana Pereira Santos
dc.creatorAntonio Thomaz Gonzaga da Matta Machado
dc.creatorMauro Henrique Nogueira Guimarães de Abreu
dc.creatorRenata de Castro Martins
dc.date.accessioned2023-09-25T17:05:04Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:38:21Z
dc.date.available2023-09-25T17:05:04Z
dc.date.issued2019
dc.description.abstractEste estudo transversal avaliou a gestão e organização da atenção básica odontológica no Brasil. Para tanto, foram utilizados dados do Programa Nacional de Melhoria do Acesso e da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB). Dentistas de 18.114 Equipes de Saúde Bucal (ESB) responderam a um questionário estruturado em 2014. Os dados foram analisados de forma descritiva e por análise de cluster. Metade das ESB brasileiras (51,0%) realiza planejamento e programação de atividades. A maioria das ESB (66,4%) realizou monitoramento e análise de indicadores e informações de saúde bucal. A maioria das ESB realizou algum processo de autoavaliação nos últimos 6 meses (67,5%) e utilizou os resultados da autoavaliação para planejar e programar ações (71,4%). As ESB agrupadas no Cluster 1 demonstraram melhor organização da gestão, seguidas pelas equipes agrupadas no Cluster 2. Nas macrorregiões brasileiras, mais ESB foram agrupadas no Cluster 1 nas regiões Sudeste (87,5%), Nordeste (85,4%) e Sul (82,7%). %) regiões. A maioria das ESB tem gestão e organização satisfatórias. Contudo, alguns necessitam de melhorias, principalmente no planeamento e programação de ações baseadas em indicadores de saúde e na autoavaliação. Todas as ESB brasileiras precisam participar do PMAQ-AB e é importante continuar avaliando os dados para melhorar a assistência à saúde bucal.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttp://dx.doi.org/10.1371/journal.pone.0215429
dc.identifier.issn1932-6203
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/58904
dc.languageeng
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofPLoS ONE
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAtenção primária à saúde
dc.subjectSaúde pública
dc.subjectSaúde bucal
dc.subjectAtenção primária à saúde - organização & administração
dc.subject.otherAtenção primária
dc.subject.otherServiço público
dc.subject.otherSaúde bucal
dc.subject.otherGerenciamento
dc.titleWhat we know about management and organisation of primary dental care in Brazil
dc.title.alternativeO que sabemos sobre gestão e organização da atenção básica odontológica no Brasil
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue4
local.citation.volume14
local.description.resumoThis cross-sectional study evaluated the management and organisation of primary dental care in Brazil. For this purpose, data from the National Program for Improving Access and Quality of Primary Care (PMAQ-AB) were used. Dentists from 18,114 Oral Health Teams (OHTs) answered a structured questionnaire in 2014. The data were analyzed descriptively and by cluster analysis. Half the Brazilian OHTs (51.0%) undertake planning and programming of activities. The majority of OHTs (66.4%) conducted monitoring and analysis of indicators and oral health information. The majority of OHTs had performed some self-evaluation process in the last 6 months (67.5%) and utilised self-evaluation results for planning and programming actions (71.4%). The OHTs grouped in Cluster 1 demonstrated better management organisation, followed by the teams grouped in Cluster 2. In the Brazilian macroregions, the more OHTs were grouped in Cluster 1 in the Southeast (87.5%), Northeast (85.4%) and South (82.7%) regions. The majority of OHTs have satisfactory management and organisation. However, some need improvement, mainly in planning and programming actions based on health indicators and self-evaluation. All Brazilian OHTs need to participate in PMAQ-AB and it is important to continue evaluating the data to improve oral health care.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8794-5725
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8911-0040
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA SOCIAL E PREVENTIVA
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE MEDICINA PREVENTIVA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://journals.plos.org/plosone/article?id=10.1371/journal.pone.0215429

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