Além das nuvens : crítica à filosofia nos fragmentos da comédia antiga

dc.creatorBruno Salviano Gripp
dc.date.accessioned2019-08-10T02:46:55Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:24:06Z
dc.date.available2019-08-10T02:46:55Z
dc.date.issued2009-02-06
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-7P4JE9
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFilosofia antiga
dc.subjectTeatro grego (Comedia)
dc.subjectAristofanes Nuvens Crítica e interpretação
dc.subjectLiteratura
dc.subject.otherAristófanes
dc.subject.otherFilosofia Antiga
dc.subject.otherComédia Grega
dc.titleAlém das nuvens : crítica à filosofia nos fragmentos da comédia antiga
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Teodoro Renno Assuncao
local.contributor.referee1Jacyntho Jose Lins Brandao
local.contributor.referee1Marcelo Pimenta Marques
local.description.resumoPartindo das interpretações tradicionais das Nuvens que tentam interpretar a longa questão sócratica suscitada pela diferença de caracterização entre o Sócrates 'filosófico' e o Sócrates 'aristofânico', levantamos a hipótese de que tal diferença é, ao menos em parte, tradicional, ou seja que Aristófanes esteja trabalhando com uma maneira tradicional da comédia de ver Sócrates. Sugerimos que não apenas a caracterização de Sócrates, mas a caracterização de toda a filosofia antiga segue um padrão já estabelecido, tradicional. A base para tal afirmação são os fragmentos cômicos de outros autores que tratam Sócrates de uma maneira razoavelmente semelhante, outros fragmentos que mencionam Protágoras, os fragmentos que mencionam Pródico e a disposição em cena do conflito de dois tipos de educação que é a base do conflito das Nuvens. Com uma breve verificação dos fragmentos da Comédia Média, percebemos que estes são dúbios, uma vez que tanto confirmam as teorias básicas de um tratamento padronizado, como também apresentam uma diferença fundamental em relação à comédia antiga: as alusões são específicas, e os poetas demonstram possuir uma verdadeira noção do que defendem os atacados. Tal discrepância pode-se explicar por uma mudança na posição social da filosofia no século IV, mudança essa que inviabiliza toda discussão da comédia antiga que pouco se interessa nas doutrinas em si mas naquilo que elas representam como uma quebra na tradição. Depois faz-se uma breve análise da origem da figura do pensador na comédia, de onde que foi moldado, e esposamos a teoria de que ele tem origem numa identificação com o parasita. E por fim tenta-se responder à razão de Aristófanes ter escolhido Sócrates imaginamos que o motivo principal, é que, ao contrário de todos os outros pensadores, incluídos filósofos, retores e todo tipo de intelectual, Sócrates é ateniense, e somente atenienses podem ser criticados em cena na comédia antiga, está é a principal razão da escolha de Sócrates como o alvo de Aristófanes
local.publisher.initialsUFMG

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