Significado de humanização da assistência para os profissionais de saúde que atendem na sala de emergência de um pronto-socorro

dc.creatorMercia Aleide Ribeiro Leite
dc.date.accessioned2019-08-13T19:34:52Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:58:01Z
dc.date.available2019-08-13T19:34:52Z
dc.date.issued2010-11-08
dc.description.abstractThis study is an attempt to understand the meaning given to the term humanization of hospital attendance by health professionals who work in emergency rooms on a daily basis, and how they use the understanding of this amongst them and towards the patient during the first clinical assessment. This led the author to interact with five health professionals who work in this environment and, in order to put this into practice, comprehensive sociology issues were used, with references to Alfred Schütz, Maffesoli and some ideas of Erving Goffman and Marcel Mauss. The work of understanding human issues in the emergency room was divided into six chapters: the first describes the authors concerns with the proposal; the second depictures the theoretical background used in the study and articulates with the method used in research; the third, the methodology used in the study; the fourth describes the theoretical concepts of humanism, humanization and dehumanization; the fifth is subdivided into six parts: the "face to face" relation between professionals in emergency room, being gifted and good and evil, corporal technique: the humanizing factor in the emergency room, be a community in the emergency room; the tribe in the emergency room; Hospital Infrastructure: contributions to human and non-human; spirituality and pain in the emergency room. In each part, we tried to understand and interpret the phenomenon. The sixth chapter is an invitation to restart understanding the concepts surrounding humanization on the emergency setting
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8M5FJ5
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectServiços médicos de emergência
dc.subjectHumanização da assistência
dc.subjectEnfermagem
dc.subjectEquipe de assistência ao paciente
dc.subjectAssistência hospitalar
dc.subjectUnidades de terapia intensiva
dc.subjectRelações enfermeiro-paciente
dc.subject.otherServiços Médicos de Emergência
dc.subject.otherEquipe de Assistência ao Paciente
dc.subject.otherHumanização da Assistência
dc.titleSignificado de humanização da assistência para os profissionais de saúde que atendem na sala de emergência de um pronto-socorro
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor-co1Estelina Souto do Nascimento
local.contributor.advisor1Joaquim Antonio Cesar Mota
local.contributor.referee1Itamar Tatuhy Sardinha Pinto
local.contributor.referee1Silma Maria Cunha Pinheiro Ribeiro
local.contributor.referee1Michel Maffesoli
local.contributor.referee1Roseney Bellato
local.description.resumoEsse estudo consiste na busca de compreensão do quotidiano de profissionais de saúde quando ficam frente uns aos outros e ao paciente, durante o primeiro atendimento em uma sala de emergência de um pronto-socorro bem como a compreensão do sentido atribuído por eles à humanização da assistência. A trajetória rumo à proposta, levou a uma interação da autora com cinco profissionais de saúde que atuam quotidianamente na sala de emergência de um pronto- socorro. Nesse percurso, foi utilizada a sociologia compreensiva, tendo como referenciais Alfred Schütz, Michel Maffesoli e algumas ideias de Erving Goffman e de Marcel Mauss. A busca para a compreensão da humanização na sala de emergência foi estruturada em seis capítulos: o primeiro relata as inquietações da autora rumo à proposta; o segundo descreve a orientação teórica utilizada e a articula com o método usado na investigação; o terceiro, a metodologia usada no estudo; o quarto descreve os conceitos teóricos de humanismo, humanização e desumanização; o quinto subdivide-se em seis partes: a relação "face a face" no espaço-tempo da sala de emergência: dádiva/dom e o bem e o mal, técnica corporal fator humanizador na sala de emergência, ser uma comunidade na sala de emergência; a tribo na sala de emergência; instituição hospitalar: contribuições para o humano e não humano, espiritualidade e sofrimento na sala de emergência. Em cada parte, procurou-se compreender e interpretar o fenômeno. O sexto capítulo é um convite a recomeçar a compreensão
local.publisher.initialsUFMG

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