Susceptibilidade à febre aftosa em bovinos procedentes do pantanal matogrossense
| dc.creator | Luís Antônio Mathias | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-12T19:36:17Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:10:05Z | |
| dc.date.available | 2019-08-12T19:36:17Z | |
| dc.date.issued | 1980-12-15 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-8QWNFK | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Veterinária | |
| dc.subject | Febre aftosa Pantanal Matogrossense | |
| dc.subject | Bovino de corte Doenças | |
| dc.subject.other | Medicina Veterinária | |
| dc.title | Susceptibilidade à febre aftosa em bovinos procedentes do pantanal matogrossense | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Elvio Carlos Moreira | |
| local.contributor.referee1 | Francisco Cecilio Viana | |
| local.description.resumo | Com o objetivo de se estudar o risco de difusão de febre aftosa a partir do Pantanal Matogrossense, colheu-se soro sanguíneo de 1330 bovinos comercializados no 1ocal e que destinavam-se a outras regiões. Submeteu-se esse material a pesquisa de anticorpos anti-VIA para determinar-se a prevalência de infecção e a prova de micro-neutralização para verificar-se os títulos de anticorpos contra os vírus O, A e C de febre aftosa. Verificou-se também o número de bovinos comercializados em Corumbá (MS), segundo os meses do ano, o qual foi comparado com os coeficientes de incidência de febre aftosa nas regiões de Araçatuba e Presidente Prudente (SP) que recebem grande numero de bovinos procedentes do Pantanal. Constatou-se a presença de anticorpos anti-VIA em 42,ll% dos soros sanguíneos examinados e a taxa populacional foi estimada entre 39,46% e 44,76% com 95% de confiança. A maioria dos animais apresentou títulos de anticorpos inferiores a 2,5 (log) e as médias desses títulos foram 2,28, 2,12 e 2,l3, respectivamente, para os vírus O, A e C de febre aftosa. Concluiu-se que o Pantanal Matogrossense é, possivelmente, um ecossistema endêmico para os três tipos de vírus de febre aftosa e que os bovinos dessa região podem representar um alto risco de difusão dessa enfermidade. Esse risco deve-se ao fornecimento a outras regiões de animais susceptíveis e/ou de fontes de infecção. Concluiu-se, ainda, que a época de maior comercialização de bovinos no Pantanal, corresponde a época de maior incidência de febre aftosa nas regiões de Araçatuba e Presidente Prudente e que os programas de combate a febre aftosa devem basear-se em estratégias diferenciadas que levem em consideração as características de ocorrência da enfermidade em cada região. | |
| local.publisher.initials | UFMG |
Arquivos
Pacote original
1 - 1 de 1
Carregando...
- Nome:
- disserta__o_de_mestrado_de_luis_ant_nio_mathias.pdf
- Tamanho:
- 11.45 MB
- Formato:
- Adobe Portable Document Format