Anne Frank e Michel Laub: os diários e a violência cotidiana
| dc.creator | Filipe Amaral Rocha de Menezes | |
| dc.date.accessioned | 2022-03-18T17:13:48Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T01:29:06Z | |
| dc.date.available | 2022-03-18T17:13:48Z | |
| dc.date.issued | 2019 | |
| dc.format.mimetype | ||
| dc.identifier.doi | https://doi.org/10.17851/1982-3053.13.24.55-73 | |
| dc.identifier.issn | 19823053 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/40231 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Arquivo maaravi | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Diários | |
| dc.subject | Autoficção | |
| dc.subject | Shoah | |
| dc.title | Anne Frank e Michel Laub: os diários e a violência cotidiana | |
| dc.type | Artigo de periódico | |
| local.citation.epage | 73 | |
| local.citation.issue | 24 | |
| local.citation.spage | 55 | |
| local.citation.volume | 13 | |
| local.description.resumo | O diário de Anne Frank (em holandês Het Achterhuis, de 1947) é um dos relatos mais instigantes produzidos no contexto da Shoah. Elaborado a partir dos manuscritos de uma adolescente judia alemã na Holanda, durante uma perseguição nazista, o livro é uma grande referência para a literatura mundial, especialmente para a Literatura do Testemunho. Diário da queda (2011), romance do escritor brasileiro Michel Laub, gira em torno de três gerações de uma família judia: o avô do narrador, impulsionado pela experiência de ter sido preso em Auschwitz; o pai do narrador, que carrega as lembranças amargas do suicídio do pai quando tinha apenas quatorze anos; e o filho, o narrador, que carrega consigo a culpa de ter causado acidentalmente um acidente que feriu um colega de classe e suas consequências, quando ele era adolescente. O diário como um gênero, aqui em debate, emerge de um texto monólogo cujo autor seria seu único leitor, em meio as suas características comunicativas e literárias do íntimo, da individualidade, elementos estes não mais considerados. Desse gênero, no entanto, emerge a noção de autoficção, ou mesmo a escrita de si, um gênero ambivalente em que o autor questiona a realidade e a si mesmo. A partir da comparação desses dois diários, um testemunhal e outro ficcional, em suas abordagens, aproximações e distâncias, pretende-se analisar a violência cotidiana neles impregnada. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FALE - FACULDADE DE LETRAS | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | https://periodicos.ufmg.br/index.php/maaravi/article/view/14540 |