Arquitetura vernacular nas regiões do alto e médio Jequitinhonha

dc.creatorRegis Eduardo Martins
dc.creatorAndré Guilherme Dornelles Dangelo
dc.date.accessioned2022-10-26T21:59:02Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:33:40Z
dc.date.available2022-10-26T21:59:02Z
dc.date.issued2017
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2237-5619
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/46671
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSeminário Ibero-americano Arquitetura e Documentação
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectArquitetura nativa
dc.subjectArquitetura
dc.subject.otherArquitetura vernacular
dc.subject.otherVale do Jequitinhonha
dc.subject.otherHistória da Arquitetura
dc.titleArquitetura vernacular nas regiões do alto e médio Jequitinhonha
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue5
local.description.resumoA arquitetura colonial mineira tem sido objeto de diversos estudos ao longo do tempo; no entanto, ao se buscar um aprofundamento sobre essa temática percebe-se a escassez de estudos, que tratem da arquitetura vernacular, produzida no período colonial brasileiro, no sentido de compreender suas particularidades e ir além da bibliografia tradicional construída sobre o assunto. Mesmo com os estudos elaborados por Sylvio de Vasconcellos, Güinter Weimer e as Revistas do SPHAN, entre outros, ainda falta lançar luz sobre o tema a fim de tratá-lo além da forma generalista como foram trabalhados. Faltam estudos mais abrangentes, que possam explorar as particularidades e características de soluções estéticas e construtivas de cada região. Isso permitiria apontar relações entre tipologias arquitetônicas e construtivas específicas de cada povoado e cidade e, até mesmo, tratar das relações das edificações com o meio urbano das quais faziam parte. No caso brasileiro falta avançar mais sobre a arquitetura difundida fora das cidades tombadas. Esse contexto de investigação precisa ser estendido aos locais onde não há o mesmo tratamento do ponto de vista patrimonial, como em Couto de Magalhães, São Gonçalo do Rio Preto, Minas Novas, Chapada do Norte, por exemplo. Alguns elementos são comuns na arquitetura na região citada, como a adoção preferencial do adobe em conjunto das estruturas de madeira como recurso para as paredes externas, enquanto as internas foram produzidas com pau-a-pique. Do mesmo modo, as fachadas acabaram por incorporar os recursos para acabamento adotados na arquitetura de Diamantina e Serro, às vezes, substituindo os cunhais emoldurados com madeira por argamassa de cal e areia e os frisos pintados abaixo das cimalhas por peças de madeira talhada com elementos repetitivos. Isso se soma ao contexto de urbanização, que seguindo linhas menos limitadoras que dos núcleos mineradores, permitem soluções com fachadas menos estreitas e, até mesmo, com gabaritos incomuns como o “sobradão” de Minas Novas. A investigação em curso, para o doutorado em Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UFMG (NPGAU), propõe identificar, catalogar e analisar a arquitetura vernácula ainda possível de se encontrar em cidades citadas. Nela tentar-se-á uma investigação fundamentada além da simples descrição e documentação imagética, mas baseada na compreensão da arquitetura como meio de apropriação do espaço e dos meios que lhe circunda. tão genérico como convencionalmente tem se entendido por meio do estado da arte atual.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.even3.com.br/anais/arqdoc/71197-arquitetura-vernacular-nas-regioes-do-alto-e-medio-jequitinhonha/

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