História e memória da criação de um centro de convivência

dc.creatorGiulia Ribeiro Schettino Regne
dc.creatorAmanda Márcia dos Santos Reinaldo
dc.creatorMarcus Luciano de Oliveira Tavares
dc.creatorMaria Odete Pereira
dc.date.accessioned2024-02-23T18:02:31Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:49:32Z
dc.date.available2024-02-23T18:02:31Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractOBJECTIVES: To tell, through oral history, the history of the creation of the Centro de Convivência Arthur Bispo do Rosário. METHODS: Qualitave study, with data collection through oral history, narrated by people who witnessed or parcipated in the events. The interviews were conducted with five workers from the Centro de Convivência, recorded, transcribed and analyzed. For analysis, the interviews were divided into categories organized by coherent order, constructing a narrative of the history of the creation of the Centro de Convivência Arthur Bispo do Rosário. RESULTS:Inspired by the ideal of the Psychiatric Reform and the consolidaon of alternave services from other cities, the team from Instuto Raul Soares began the creation of Centro de Convivência in 1992 within the hospital's physical space. Art and culture production workshops were held with instuonalized patients. Despite the different logic, the ideals of the psychiatric hospital permeated the functioning of the Centro de Convivência Arthur Bispo do Rosário, which was only municipalized in 2000 and linked to the Eastern Sanitary District, opening to the community and consolidating itself as a substute service in mental health. CONCLUSIONS: With the debate about the Psychiatric Reform, the Centro de Convivência Arthur Bispo do Rosário was created, but it failed to consolidate the principles of the anti-asylum fight while it remained linked to the psychiatric hospital. Tradional psychiatry and the asylum model offered initial resistance to the consolidation of the service, which was only fulfilled with its municipalizaon eight years later.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.18310/2446-4813.2018v4n3p63-73
dc.identifier.issn2446-4813
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/64572
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSaúde em redes
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHistória
dc.subjectMemória
dc.subjectNarração
dc.subjectSaúde mental
dc.subjectHospitais psiquiátricos
dc.subject.otherHistória
dc.subject.otherMemória
dc.subject.otherNarração
dc.subject.otherSaúde mental
dc.subject.otherHospitais psiquiátricos
dc.titleHistória e memória da criação de um centro de convivência
dc.title.alternativeHistory and memory of the creaon of a coexistence center
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage73
local.citation.issue3
local.citation.spage63
local.citation.volume4
local.description.resumoOBJETIVOS: Recontar, por meio da história oral, a história da criação do Centro de Convivência Arthur Bispo do Rosário. MÉTODOS: Estudo qualitativo, com coleta de dados por meio da história oral, narrada por pessoas que presenciaram ou participaram dos acontecimentos. As entrevistas foram realizadas com cinco trabalhadores do Centro de Convivência Arthur Bispo do Rosário, gravadas, transcritas e analisadas. Para análise, dividiram-se as entrevistas em categorias organizadas por ordem coerente, construindo uma narrativa da história da criação do Centro de Convivência Arthur Bispo do Rosário. RESULTADOS: Inspirada pelo ideal da Reforma Psiquiátrica e pela consolidação de serviços substitutivos de outras cidades, a equipe do Instituto Raul Soares deu início à criação do Centro de Convivência em 1992 dentro do espaço físico do hospital. Oficinas de produção de arte e cultura eram realizadas com os pacientes institucionalizados. Apesar da lógica diferente, os ideais do hospital psiquiátrico permeavam o funcionamento do Centro de Convivência Arthur Bispo do Rosário, que apenas em 2000 foi municipalizado e vinculado ao Distrito Sanitário Leste, abrindo-se à comunidade e consolidando-se como serviço substitutivo em saúde mental. CONCLUSÕES: Com o debate acerca da Reforma Psiquiátrica, o Centro de Convivência Arthur Bispo do Rosário foi criado, mas não conseguiu consolidar os princípios da luta antimanicomial enquanto permaneceu vinculado ao hospital psiquiátrico. A psiquiatria tradicional e o modelo manicomial ofereceram resistência inicial à consolidação do serviço, que só foi concretizada com sua municipalização oito anos depois.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7287-8635
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-0283-2313
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8598-7603
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://revista.redeunida.org.br/ojs/index.php/rede-unida/article/view/1698

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